10/22/2009

AS RELIGIÕES DA MORTE

Uma reflexão sobre o pensamento das religiões dogmáticas quanto à realidade do espírito eterno

Wymac Uorres



Fé e Questionamento

O tempo, este caminhante da convenção humana, que marca os fatos na em sua inexorável seqüência, determina que os conhecimentos estejam em constante avanço, aonde, paulatinamente, vamos desvencilhando das ignorâncias milenares rumo a consciência universal. Entretanto, teologias de diversas religiões dogmáticas teimam em continuarem estacionadas. Quando lemos os discursos dos que dizem pregar "a palavra de Deus" se constata que pararam no tempo. Por conta desta atitude, a Doutrina Espírita está sujeita a constantes pichações que partem destas agremiações exclusivistas e sectárias.

O que levam estas religiões a adotarem estes procedimentos estanques relativos ao conhecimento, que é dinâmico?

Buscamos no ilustre pensador J.Herculano Pires subsídios para melhor nos esclarecer de como e porque o obscurantismo ainda consegue florescer.

Antes, observamos que estas posições, enraizadas em um passado distante e irredutível, floreadas de dogmas indiscutíveis, tornam-se de fácil compreensão, quando se permuta o raciocínio lógico e o bom senso, pela mistificação. Isso faz com que tudo seja tido como sagrado e o ‘‘sagrado’’ não é questionável, daí ser esse ‘‘inquestionável’’ um ponto de fé, vindo a fé ser uma bandeira para a salvação. Esta ânsia de salvação, pelo terror da morte, se torna o motivo final para se apegarem aos dogmas de fé, e enrodilhados ficam, porque o contrário disto levaria os fiéis ao campo proibido do questionamento, ato considerado absurdo igual a duvidar do próprio Deus ou das verdades inquestionáveis que trará como conseqüência uma morada definitiva no lugar de horror e sofrimentos infindáveis no inferno eterno!

Demonstrar a dinâmica desta fé que se recusa em provocar análise profunda de suas crenças, de comprovada incoerência e lógica. Como prova gritante destes absurdos claustros mentais, se faz necessário àqueles que se sentem livres para exercer o domínio sobre suas potencialidades.

Qualquer cidadão comum que se identifique religioso, no intimo admite a existência de uma vida espiritual posterior à morte física. Alguns não possuindo esta convicção em profundidade assumem possuir medo da morte em decorrência da pouca religiosidade. Outros declinam para nenhuma fé. Uma massa mórbida permanece de olhos baixos e "tementes a Deus" e ao iminente castigo, talvez esteja aí a base da conversão dos notórios presidiários. Tudo isto são frutos dos parcos conhecimentos das religiões sobre a realidade do espírito, e isto leva às incertezas que determinam novas posturas de fé ao religioso vacilante, gerando novas mistificações grotescas.

A Incredulidade Religiosa

Contrária à crença no pós-morte e suas conseqüências vindouras, motivação principal das religiões, é a crença na idéia da inatividade total pela ‘‘não sobrevivência do espírito’’ como individualidade, que certo segmento religioso ensina, significando a vitória do pensamento niilista sobre a fé. É o morreu acabou!

Esta crença mais própria do materialista ateu e do cético, cultuada no interior do cristianismo, se fundamenta em alguns trechos esparsos da Bíblia que os querem a seu favor, inclusive, por conta deste futuro ‘nada’ espiritual, pregam que os ímpios, após o juízo final, serão aniquilados numa atitude de se verem livres de uma vez do inferno, com inexistência total para estes condenados, além da inconsciência do espírito pós-morte que é admitida por outros.

Por conta desta eliminação de substância e essência, nos esclarece o filósofo J. Herculano Pires, em sua obra "Agonia das Religiões": "O materialismo morreu por falta de matéria, como afirmou Einstein, e as religiões agonizam, como podemos ver, por falta de espírito", nada mais absurdo que uma religião ensinando mistérios e magias ainda que não admitam, com isto. Lembramos do mito da criação de Adão e Eva e da crença em sacrifícios propiciatórios em época de tantas informações nas vitrines do conhecimento.

Suspeitando desta herança de mistérios das crenças dogmáticas do homem, nos esclarece ainda o professor J.Herculano Pires, que "...suas raízes se entrelaçam no chão das heranças atávicas, ambos tem a mesma procedência remota, derivam das fórmulas mágicas e passaram pelos mesmos processos de elaboração mística nas coordenadas do tempo e do psiquismo em desenvolvimento." Justifica-se este comportamento simplório de certa forma até irresponsável, quando se constata que "...fundam sua eficácia na fé ingênua que brota do sentimento religioso intuitivo (ou instinto espiritual) e requerem posturas corporais específicas e elementos materiais como veículos da graça celeste." Um destes elementos pode ser visto na exigência do batismo, motivo de muitas dissensões entre estas igrejas, que o autor credita ao apego às tradições por ‘‘acomodação’’.

O estudo da imortalidade, tese da existência da continuidade do viver continuum do espírito, deve passar por estas observações, já que inúmeras correntes religiosas advogam o contrário, e paradoxalmente ainda utilizam-se disto para dar combate a Doutrina Espírita, expoente maior da vida após a vida. É um comportamento compreensível, segundo a visão de J.Herculano Pires, se verificarmos que o homem civilizado tem as suas raízes profundas e vigorosas na selva, embora não queiram os religiosos dogmáticos, no dizer do professor em enfoque, este homo brutalis tinha suas leis: subjugar, humilhar, torturar, matar. Ora, estas religiões possuem características de heranças atávicas além do desprezo pela evidência da imortalidade da alma. Tanto este selvagem com seus valores quanto estas filosofias, as niilistas e as exclusivistas, querem que sua crença seja "a única válida", que o seu modo de ver o mundo e os homens seja o "único certo", e que seu deus é o "único verdadeiro", e que isso sendo bom para elas também é para a comunidade, mas, os opostos, devem ser eliminados. O professor nos esclarece quanto a essas posturas como conseqüência desta fé: "As religiões da violência fizeram de Deus uma divindade implacável e os livros básicos de suas revelações estão cheios de homicídios e genocídios em nome de Deus", embora tenha o homem este sentimento religioso motivado pelo anseio existencial, não o educou para a morte2, este espírito de dominação tribal foi em busca de maior exército em nome do proselitismo, aliando o fazer existencial a uma pseudotranscendência.

Os Novos Conhecimentos

De todas as formas de conhecimentos existentes, pesam contra estas retrógradas correntes de pensamento as pesquisas na área da parapsicologia e psiquiatria, da descoberta do corpo de plasma à memória extracerebral. Estas duas grandes contribuições da ciência ao conhecimento humano, além de corroborarem as teses espíritas, vêm fertilizar o pensamento do homem com relação a sua aparente finitude material ampliando a perspectiva espiritual. Com isto, entramos na Era do Espírito o que permitirá corrigir os enganos das religiões cristãs tradicionais, pois "sua herança não é o pecado nem a morte, mas a vida em nova dimensão¹".

Entretanto, estas mesmas igrejas sofrem de uma alergia ao futuro, como diz J. Herculano citando uma pesquisa feita no instituto de Altos Estudos de Paris, pelo professor Remy Chauvin, que constatou a existência no campo cientifico da "alergia ao futuro", um sintoma que as tornam vítimas da "rejeição liminar", sem exame, de toda novidade, mesmo que sustentada por cientistas categorizados ― e verificamos de maneira perfeita encaixar-se nestas esferas de clausura espiritual. Comentando quanto a ser "a mentira" um dos pontos básicos da crise das religiões, esta seria, no entanto, apenas um dos motivos, pois, o fundamental reside nos ‘‘enganos’’ decorrentes de falta de compreensão dos problemas essenciais do homem, o que justifica encontrarmos pessoas cultas, honestas, crendo piamente nas mais absurdas coisas por aceitarem os dogmas infalíveis e suas interpretações escriturísticas.

Ante todos estes agressivos aparatos ideológicos para a exterminação da manifestação do espírito eterno, verificamos que algo está morrendo em certas religiões e o homem, abandonado no horizonte das possibilidades eternas, se lança na herança do passado do homo brutalis, perseguindo a si mesmo, pois é espírito, renunciando a sua ascensão definitiva acima do mundo de dores para chumbar-se aos dogmas que algemam as verdades eternas, e nos diz Herculano, "As medidas enérgicas de Paulo se transformaram em repressivas, judaizando o cristianismo",e presenciamos até hoje o pejorativo comércio simoníaco sendo cultivado pela ignorância vigiada advinda do medo da condenação eterna. Como explicaríamos tantos cultos ligados aos benefícios materiais? Esta proliferação de crenças interditas à razão sufoca as defesas naturais da alma, soterrando-a de apupos salvíficos espúrios por ilógicos, confirmando a assertiva do professor de que a crença "é um ato emotivo e sem a presença da razão, é uma fé emocional, pois sugestionada, que conduz o elemento imaturo à barbáries construindo assassinos a serviço de Deus", é o que nos tem mostrado a história.

Contra todos estes malefícios espantosos que assistimos convém relembrar a atualidade das palavras do renovador universal, Allan Kardec, colocada em outras palavras pelo professor, que "só a razão, firmada em experiências objetivas e em princípios lógicos pode nos dar a fé verdadeira que nos permite dizer, como Denis Bladle: ― Eu não creio, eu sei²".

Feitas estas devidas considerações quanto aos rumos do pensamento equivocado das dogmáticas escolas da fé, necessário se faz atentar que houve distanciamento de alguns conhecimentos ante o espaço-tempo decorrido, que, carcomidos pelas eras, estão a exigir destas escolas da alma novos re-aparelhamentos do seu arsenal filosófico, pois "os homens começaram a descobrir que possuem muito mais do que as igrejas lhes podem dar²."

Wymac Uorres

março de 2004



Bibliografia:

1. A Agonia das Religiões, J. Herculano Pires, ed. Paidéia, 2ª. Ed., abril 1984.

2. Educação para a Morte, J. Herculano Pires, ed. Correio Fraterno, 4ª. Ed., julho 1993.
A MORTE NAS RELIGIÕES


Um dos sentimentos humanos mais perturbadores é o medo da morte. Há quem afirme que tal medo foi a pedra inicial sobre a qual se fundamentou a cultura.
O medo de enfrentar esse momento acompanha o homem desde a infância. Um temor provocado por inúmeras dúvidas. Será que vai doer? Vou encontrar de novo com minha família? Existe vida após a morte?
Homem e a Morte

O homem já estava deitado
Dentro da noite sem cor.
Ia adormecendo, e nisto
À porta um golpe soou.
Não era pancada forte.
Contudo, ele se assustou,
Pois nela uma qualquer coisa
De pressagio adivinhou.
Levantou-se e junto à porta
- Quem bate? Ele perguntou.
- Sou eu, alguém lhe responde.
- Eu quem? Torna. – A Morte sou.
Um vulto que bem sabia
Pela mente lhe passou:
Esqueleto armado de foice
Que a mãe lhe um dia levou.
Guardou-se de abrir a porta,
Antes ao leito voltou,
E nele os membros gelados
Cobriu, hirto de pavor.

Mas a porta, manso, manso,
Se foi abrindo e deixou
Ver – uma mulher ou anjo?
Figura toda banhada
De suave luz interior.
A luz de quem nesta vida
Tudo viu, tudo perdoou.
Olhar inefável como
De quem ao peito o criou.
Sorriso igual ao da amada
Que amara com mais amor.
- Tu és a Morte? Pergunta.
E o Anjo torna: - A Morte sou!
Venho trazer-te descanso
Do viver que te humilhou.
-Imaginava-te feia,
Pensava em ti com terror...
És mesmo a Morte? Ele insiste.
- Sim, torna o Anjo, a Morte sou,
Mestra que jamais engana,
A tua amiga melhor.
E o Anjo foi-se aproximando,
A fronte do homem tocou,
Com infinita doçura
As magras mãos lhe cerrou...
Era o carinho inefável
De quem ao peito o criou.
Era a doçura da amada
Que amara com mais amor.

Manuel Bandeira

“ Ninguém quer morrer, entretanto, todo mundo morre. É uma eterna contradição. A religião oferece às pessoas uma esperança de que a vida não termina”.

(Renold Blank – prof. teologia Fac. de São Paulo)


“Parar de viver”, ou “aquilo que cada pessoa aprende que ela é”.
As tentativas científicas, ou mesmo religiosas, de conceituá-la vão falhar indefinidamente. No fim das contas, o bem-estar com relação à morte depende da força com que se acredita no que ela é.
O que acontece quando a vida humana finda?

As pessoas ressuscitam ou reencarnam?

E depois?
Em todas as religiões a morte não representa o fim
Crenças cristãs – é uma passagem, uma transcrição para uma nova vida.
Espiritismo e Judaísmo – uma etapa na evolução do espírito.
Um cético (no sentido mais estrito) acredita que após a vida, nada existe. Não há arrependimento, não há saudade, não há lamentos.
O paraíso é usado como forma de controle do que se faz em vida. Somente aqueles que se comportaram de um modo coerente com sua religião podem adentrá-lo. Aqueles que foram “pecadores” têm outro destino. No caso do catolicismo, você pode fazer todas as “maldades” que desejar em vida, desde que no último segundo se arrependa verdadeiramente. A idéia da vida após a morte é uma forma inteligente de controlar o comportamento das pessoas.
Filosofia - A sobrevivência do espírito humano à morte do corpo físico e a crença na vida e no julgamento após a morte já era encontrada na filosofia grega, em especial em Pitágoras, Platão e Plotino. Já Sartre, filósofo francês, defendia que o indivíduo tem uma única existência. Para ele, não há vida nem antes do nascimento e nem depois da morte.
Doutrina niilista - Sendo a matéria a única fonte do ser, a morte é considerada o fim de tudo.
Doutrina panteísta - O Espírito, ao encarnar, é extraído do todo universal. Individualiza-se em cada ser durante a vida e volta, com a morte, à massa comum.
Dogmatismo Religioso - A alma, independente da matéria, sobrevive e conserva a individualidade após a morte. Os que morreram em 'pecado' irão para o fogo eterno; os justos, para o céu, gozar as delícias do paraíso.
Budismo -prega o renascimento ou reencarnação. Após a morte, o espírito volta em outros corpos, subindo ou descendo na escala dos seres vivos (homens ou animais), de acordo com a sua própria conduta.
Hinduísmo – a alma se liga a este mundo por meio de pensamentos, palavras e atitudes. Quando o corpo morre ocorre a transmigração. A alma passa para o corpo de outra pessoa ou para um animal.
Islamismo - Alá (Deus) criou o mundo e trará de volta a vida todos os mortos no último dia. As pessoas serão julgadas e uma nova vida começará depois da avaliação divina. Esta vida seria então uma preparação para outra existência, seja no céu ou no inferno.
  Espiritismo - Defende a continuação da vida após a morte num novo plano espiritual ou pela reencarnação em outro corpo. Aqueles que praticam o bem, evoluem mais rapidamente
  Igreja evangélica - Acreditam no julgamento, na condenação (céu ou inferno) e na eternidade da alma.

Igreja Adventista do Sétimo Dia - os mortos dormem profundamente até o momento da ressurreição. Quem cumpriu seu papel na Terra recebe a graça da vida eterna, do contrário desaparece.
Igreja Batista -Crêem na morte física e na morte espiritual.
Catolicismo - A vida depois da morte está inserida na crença de um Céu, de um Inferno e de um Purgatório.
Judaísmo - Crê na sobrevivência da alma, mas não oferece um retrato claro da vida após a morte, e nem mesmo se existe de fato.
Candomblé- Vê o poder de Deus em todas as coisas e, principalmente na natureza. Morrer é passar para outra dimensão e permanecer junto como os outros espíritos, orixás e guias.
Umbanda - Sofre influências de crenças cristãs, espíritas e de cultos afros e orientais. Como não existe uma unidade ou um 'livro sagrado', alguns umbandistas admitem o céu e o inferno dos cristãos, enquanto outros falam apenas em reencarnação e Carma.

RITOS FÚNEBRES

Há naturalmente os ritos e os rituais, complexos e envolventes, que devem ser respeitados em todas as culturas.

Há 50 mil anos que existe os Ritos Fúnebres
até chegar a atualidade, todos os  rituais
funerários que hoje se praticam estão baseado em
crenças e costumes dos tempos primitivos. Todos
temos incorporados no subconsciente estes Ritos e
Costumes que a modernização foi transformando. 
A primeira baseada no temor, onde todos os riscos estavam vinculados a crença de que se estas cerimônias não agradassem aos defuntos estes ficariam na terra e não poderiam descansar na eternidade.
 A segunda baseada no sentimento de que todos os ritos e cerimônias eram para honrar o ente querido.

Etiqueta Funeral no Japão
A vigília continua toda a noite e por muito tempo, , entre membros da família, os parentes, os conhecimentos e outras pessoas,  para passar uma última noite com os defuntos antes que ou estejam sepultado
O Dinheiro de Condolência
Tributo de flores
Mensagem De Condolencia  
Queima do incenso para o repouso da alma partida  



Curiosidades dentro dos costumes japoneses

Os japoneses costumam dizer antes de saborear o prato do dia a palavra "itadakimasu" que é uma forma de agradecer pela refeição. 

 Durante a refeição, jamais crave os pauzinhos (HASHI) em uma tigela de arroz e deixe-os dessa forma. É uma das maiores gafes que se pode cometer, pois no Japão costuma-se cravar os HASHI na tigela de arroz para deixar no altar em oferenda aos mortos. Passar a comida de Hashi em Hashi para outra(s) pessoa(s), pode não ter um significado muito bom. De acordo com a tradição japonesa, em um funeral, após o corpo ter sido cremado, os parentes recolhem e passam para os outros os ossos do ente querido de Hashi em Hashi.

Significado dos rituais fúnebre

Para a tradição budista, o importante é cultivar os sentimentos de gratidão em relação a tudo que devemos a nossos familiares que se foram, e também, aprender com o morto o que sua condição nos ensina sobre a impermanência de todas as coisas e sobre a inevitabilidade da morte – nosso destino comum. Os rituais fúnebres só são válidos na medida em que eles nos ajudam a tomar consciência dessas coisas.



Rituais Católicos Apostólicos Romanos


Os diferentes ritos dos funerais exprimem o caráter pascal da morte cristã e respondem às situações e tradições de cada região, mesmo com relação à cor litúrgica.
A escolha é feita dentro das condições financeiras da família. Para o cristão existe também a possibilidade de cremação do corpo.
O corpo do cristão é velado no cemitério, ou em casa ou na igreja. Normalmente se faz com caixão aberto, encimado por um crucifixo e ladeado por quatro velas acesas.
Envia-se coroas de flores com mensagem .
Durante o velório, pode-se cantar cantos religiosos, fazer orações e celebrar missa.

De acordo com a necessidade de consolar os enlutados, os Católicos realizam, espontaneamente práticas de confortar, com palavras e gesto, dirigindo-se aos parentes e amigos, do fiel defunto.
Há a prática do luto num período que compreende 7 dias, 30 ou 1 ano de acordo com a vontade dos familiares.
Após o enterro, depois de 7 dias, é celebrada uma missa pela alma do falecido onde se reúnem parentes e amigos;
Os católicos adotam o dia 2 de novembro como dia de finados, para se reverenciar os mortos, mas nada impede que nesta data ou em qualquer outra os parentes e amigos visitem os túmulos, podem acender velas, levar flores e rezar pela alma do falecido.

Rituais Evangélicos

Os Evangélicos condenam todo ritual ou cerimônia dirigida ao falecido(a).
O velório é dirigido para o bem estar mental, emocional e espiritual dos enlutados.
Não é permitido a presença de velas.
A presença do Pastor é importante.
A família decidirá em manter o caixão aberto ou fechado, e poderão, caso queiram, deixar o caixão sozinho.
A necessidade de consolar os enlutados é uma prática dos Evangélicos .

Os Evangélicos procuram enterrar o mais rápido possível,
Chegando-se ao cemitério o cortejo seguirá diretamente para o local do sepultamento, com ou sem uma cerimônia litúrgica.
Na comunidade Evangélica, não há a prática do Luto.
Após o enterro, a liturgia Evangélica não prevê nenhuma cerimônia, ou seja, missas ou orações em intenção aos mortos. Tampouco prevê descerramento ou inaugurações de túmulos.
Rituais Espíritas
Os Espíritas velam seus mortos tanto com caixão aberto como fechado, dependendo da vontade da família.
O velório é dirigido ao espírito, onde os presentes permanecem em preces em intenção a Alma criando-se um clima de vibração positiva em favor ao espírito desencarnado.
Chorar questionando-se a justiça da morte, é considerado prejudicial a essa vibração positiva, bem como qualquer pensamento derrotista.
O espírito se liga ao encarnado pelos pensamentos por isso vibrações positivas são benéficas.
Música ambiente durante o velório é permitida, ajudando as vibrações positivas.
Flores são recebidas embora não seja necessárias.
Os Espíritas não adotam o uso de velas. 
As condolências são dirigidas aos enlutados ( apesar dos Espíritas não adotarem o Luto como prática), evitando-se a expressão "Meus Pêsames", e sim "Meus Sentimentos".
Chegando-se ao cemitério o cortejo seguirá diretamente para o local do sepultamento que será enterrado sem nenhuma cerimônia litúrgica.
Não há a prática do Luto.
Após o enterro, os Espíritas não prevêem nenhuma cerimônia, ou seja, missas ou orações em intenção aos mortos.
Sempre que desejam de acordo com o foro íntimo de cada um, rezam positivamente para pedir boas vibrações para os desencarnados, tampouco está previsto descerramento ou inaugurações de túmulos.
Quanto ao túmulo, os Espíritas não adotam imagens e este poderá ser feito de acordo com a vontade e posses dos familiares.

5/12/2009

EM RESPOSTA AO COMENTÁRIO...:
QUERIDO ANÔNIMO RESPEITO SUA OPINIÃO, NO ENTANTO TENHO O DIREITO DE MANIFESTAR AQUI, NESTE ESPAÇO PERTENCENTE A MINHA PESSOA ALGUMAS OBSERVAÇÕES:
1º VERIFIQUE A FONTE DE MINHA PESQUISA
2º FAÇO LETRAS EM UMA UNIVERSIDADE FEDERAL, OU SEJA, TIVE DOIS ANOS DE LATIM COM UM PROFESSOR QUE A CADA ERRO COMETIDO ELE ME NOMEAVA DE NOMES DIFERENTES...
CASO QUEIRA POSSO TAMBÉM USAR ESSES NOMES COM VOCÊ... ENTÃO "QUERIDO" ANÔNIMO... RESPEITE O ESPAÇO DOS OUTROS.. E ANTES DE FALA ALGUMA COISA...
VÊ SE NÃO ESTÁ CUTUCANDO A PESSOA ERRADA... EU AMO A LÍNGUA LATINA
PARA DEIXAR CLARO QUE SE TRATA DE MINHA PESSOA EU DIGO: SEU BURRO

1/27/2009

Esta é uma lista de demonios...
muito conveniente...
espero que ninguém ache estranho e que sou louca...
... será babaquice da sua parte... concerteza...
apenas leia... faz parte da história de varios povos

* Abigor - Demônio comandante de 60 legiões do inferno,deus da honra e da gloria,diz que na batalha do Juízo Final ele irá derrubar muitos anjos antes de cair sobre a glória do arcanjo Miguel.
* Abaddon - (hebreu) o destruidor.
* Angarth - demônio dos desejos infernais.
* Adramelech - demônio sumeriano.
* Ahpuch - demônio maia.
* Ahriman - demônio mazdeano
* Apollyon - também conhecido como destruidor, sinônimo grego para Satan, o arquidemônio.
* Archiri - dêmonio com aparencia de uma garotinha.
* Asmodeus - demônio hebreu da sensualidade e luxúria, originalmente "criatura do julgamento". É um dos cinco principes do Inferno.
* Astaroth - deusa fenicia da lascivia, equivalente da Ishtar babilônica.
* Azazel - (hebreu) instruiu os homens a criarem armas de guerra, introduziu os cosmeticos.
* Anubis - deus da morte
* Agarnar- demonio da destruiçao e das mortes

B

* Baphomet - Um demônio que pode ser interpretado em seu aspecto metafísico, onde pode representar o espírito divino que "ligou o céu e a terra", tema recorrente na literatura esotérica.
* Belial - Demônio de todas as mentiras
* Beelzebuth - Senhor das Moscas,proporcionava os oráculos, Príncipe do inferno, sua imagem se assemelha a um anjo negro, possui um grande poder de ilusão
* Baal - Significava Senhor e era um nome muito comum, que junto com outro designava outra coisa, como: baal lebanon (o senhor do Líbano), baal marquod (o senhor da dança)cujo templo ficava próximo a Beirut,capital do Líbano,em Deir-el-qual'a.(Baal significa senhor, imperador.Esse nome(Baal) era também o nome "secundario" de Belial. Em demonologia, Baal é o guardião dos portões do inferno.
* Barliargos -Demônio secudario dos generais do inferno.
* Biloxih - demônio do subsolo que controla a corrente de almas para o inferno quantas mais almas vão para o inferno mais forte fica este demônio.

Besta: O carrasco dos prisioneiros.

C

* Chemosh - deus nacional de Moabites, mais tarde "demonizado" pela igreja católica.
* Cimeries - monta um cavalo negro e rege a África.
* Coyote - demônio do índio americano.
* Cainn - Demônio que aterrorizava vilarejos

D

* Dahaka - o demônio guardião do tempo, representado por um enorme bode bipede.
* Demogorgon - nome grego para demônio, diz-se que não seria conhecido pelos mortais.
* Diabolus - (grego) "broxando para baixo".
* Djin - demônio árabe

E

* Emma-O - deus japonês regente do inferno, como Hades ou Plutão.
* Euronymous - príncipe grego da morte.

F

* Fenrir - filho de Loki, descrito como um lobo.
* Flavsios - Comandante dos Demonios, na Guerra Entre o Cèu e o Inferno

G

* Gorgo - diminutivo de Demogorgon, nome grego para demônio.

[editar] H

* Haborym - sinônimo grego para Satan.
* Hypnos - Deus grego do sono.

I

* Ifrit- uma enorme criatura alada constituída de fumaça, que vive no subsolo, ou entidade nordica referente ao deus do fogo
* Íncubo- demônio medieval que tinha relações com mulheres.

J

* Jezebeth - Demônio das falsidades
* Jormungard - serpente gigante, filha de Loki.

[editar] L

* Lúcifer - O líder dos demônios, Príncipe das Trevas, expulso dos Céus por Deus por ter se rebelado a este. Antes da expulsão por Deus , ele era o "Anjo da Luz"".
* Legião - grupo constituido por seis mil demonios.
* Lilith - A mãe de todos os demonios, rainha dos súcubos.
* Lilin - Filhos da união de Lilith com outros demônios.
* Leviatan - Quarto principe do inferno,serpente maligna dos mares, deus das inundações.

M

* Mammon - deus aramaico da riqueza e do lucro.
* Maia - deusa etrusca do inferno.
* Mantus - deus etrusco do inferno.
* Marduk - deus da cidade de Babilônia.
* Mastema - sinônimo hebreu para Satan.
* Melek Taus - demônio yesidi.
* Mephistopheles - (grego) quem evita luz, Faustus.
* Metzli - deusa asteca da noite.
* Mictian - deus asteca da morte.
* Milcom - demônio amonita.
* Moloch - demônio fenício e canaanita.
* Mormo - (grego) rei dos Ghouls, consorte de Hecate.
* Myrho - demônio da ilusão e da fome.
* Mummur - deus da música.
* Mephisto - demônio sedutor

N

* Nahemah - demônio feminino grego da sedução.
* Nergal - deus babilônico do hades.
* Nihasa - demônio do índio americano.
* Nija - deus polaco do mundo subterrâneo.

O

* O-Yama - nome japonês para Satan.
* Oni - é um dos poucos demônios do mal do oriente. Originário da china.
* Orisac-Guerreiro das chamas vermelhas do sul .O fruto das sombras nesse mundo fisico.

P

* Pazuzu - rei dos demônios do vento, na mitologia suméria.
* Pwcca - nome galício para Satan.

R

* Rimmon - demônio sirio adorado em Damasc
* Radamanthys - demônio dominador do fogo que possui seis asas negras de anjo e um terceiro olho na testa. Também é conhecido pela sua dupla personalidade malígna e benígna.

S

* Samael - tradução como veneno de Cristo.
* Súcubo - Demônios em forma de mulher que invadiam o sonho dos homens fazendo os trair suas esposas, forma feminina do Incubus.
* Satanas - Satan

T

* T'an-mo - contraparte chinesa para demônio da cobiça, desejo.
* Tânatos - da mitologia grega, a personificação da morte. É irmão de Hypnos (ou Hipnos), deus do sono.
* Tchort - nome russo para Satan, "Deus Negro".
* Thamuz - deus sumeriano que mais tarde foi relegado ao demonismo.
* Tunrida - demônio feminino escandinavo.
* Typhon - personificação grega de Satan.
* Tengu - Criaturas fantásticas do folclore japonês (existiam varios tipos,os mais famosos são os com cabeça de corvo e corpo de homem)"Eram conheçidos como demonios da montanha".

Y

* Yaotzin - deus asteca do inferno.
* Yen-lo-Wang - regente chinês do inferno.
* Yriskele - Assassina do Anjo Dariel, arrancou a sua face, e utilizando-a como sua, matou cem serafins. Uma Demônio de contratos, apesar de quem os fizer não sobrevivera mais de 5 anos, embora possa ser persuadida a dar mais 5 anos de vida com o sacrifício de uma alma de uma pessoa pura e inocente. Yriskele, assim como muitos demonios de contratos, gosta de se meter com os contratos pregando partidas as pessoas.
http://sdmblog.wordpress.com/2008/11/22/exorcismo-do-ritual-romano/

esse é o site onde tem puclicado o exorcismo abaixo caso tenha algum erro devido ao site aqui mesmo... que apresenta alguns erros...
muito.. bom... o bom mesmo que eu sei ler em latin ... dá para disfarça... fiz dois anos de latim... não sou muito boa...
mas ... vo decora... rsrs

muito.. bom.. nesse mesmo site tem uma foto de um esquilinho exorcisando outro... também axei muito legal. .. vou continuar a procura dessas ciosas assim tão ... envolvente... fala a verdade é super legal!


EXORCISMVS

Exorcizamus te, omnis immundus spiritus, omnis satanica potestas, omnis incursio infernalis adversarii, omnis legio, omnis congregatio et secta diabolica, in nomine et virtute Domini Nostri Jesu + Christi, eradicare et effugare a Dei Ecclesia, ab animabus ad imaginem Dei conditis ac pretioso divini Agni sanguine redemptis + . Non ultra audeas, serpens callidissime, decipere humanum genus, Dei Ecclesiam persequi, ac Dei electos excutere et cribrare sicut triticum + . Imperat tibi Deus altissimus + , cui in magna tua superbia te similem haberi adhuc præsumis; qui omnes homines vult salvos fieri et ad agnitionem veritaris venire. Imperat tibi Deus Pater + ; imperat tibi Deus Filius + ; imperat tibi Deus Spiritus Sanctus + . Imperat tibi majestas Christi, æternum Dei Verbum, caro factum + , qui pro salute generis nostri tua invidia perditi, humiliavit semetipsum facfus hobediens usque ad mortem; qui Ecclesiam suam ædificavit supra firmam petram, et portas inferi adversus eam nunquam esse prævalituras edixit, cum ea ipse permansurus omnibus diebus usque ad consummationem sæculi. Imperat tibi sacramentum Crucis + , omniumque christianæ fidei Mysteriorum virtus +. Imperat tibi excelsa Dei Genitrix Virgo Maria + , quæ superbissimum caput tuum a primo instanti immaculatæ suæ conceptionis in sua humilitate contrivit. Imperat tibi fides sanctorum Apostolorum Petri et Pauli, et ceterorum Apostolorum + . Imperat tibi Martyrum sanguis, ac pia Sanctorum et Sanctarum omnium intercessio +.

Ergo, draco maledicte et omnis legio diabolica, adjuramus te per Deum + vivum, per Deum + verum, per Deum + sanctum, per Deum qui sic dilexit mundum, ut Filium suum unigenitum daret, ut omnes qui credit in eum non pereat, sed habeat vitam æternam: cessa decipere humanas creaturas, eisque æternæ perditionìs venenum propinare: desine Ecclesiæ nocere, et ejus libertati laqueos injicere. Vade, satana, inventor et magister omnis fallaciæ, hostis humanæ salutis. Da locum Christo, in quo nihil invenisti de operibus tuis; da locum Ecclesiæ uni, sanctæ, catholicæ, et apostolicæ, quam Christus ipse acquisivit sanguine suo. Humiliare sub potenti manu Dei; contremisce et effuge, invocato a nobis sancto et terribili nomine Jesu, quem inferi tremunt, cui Virtutes cælorum et Potestates et Dominationes subjectæ sunt; quem Cherubim et Seraphim indefessis vocibus laudant, dicentes: Sanctus, Sanctus, Sanctus Dominus Deus Sabaoth.

V. Domine, exaudi orationem meam.

R. Et clamor meus ad te veniat.

[si fuerit saltem diaconus subjungat V. Dominus vobiscum.

R. Et cum spiritu tuo.]

Oremus.

Deus coeli, Deus terræ, Deus Angelorum, Deus Archangelorum, Deus Patriarcharum, Deus Prophetarum, Deus Apostolorum, Deus Martyrum, Deus Confessorum, Deus Virginum, Deus qui potestatem habes donare vitam post mortem, requiem post laborem; quia non est Deus præter te, nec esse potest nisi tu creator omnium visibilium et invisibilium, cujus regni non erit finis: humiIiter majestati gloriæ tuæ supplicamus, ut ab omni infernalium spirituum potestate, laqueo, deceptione et nequitia nos potenter liberare, et incolumes custodire digneris. Per Christum Dominum nostrum. Amen.

Ab insidiis diaboli, libera nos, Domine.

Ut Ecclesiam tuam secura tibi facias libertate servire, te rogamus, audi nos.

Ut inimicos sanctæ Ecclesiæ humiliare digneris, te rogamus audi nos.

Et aspergatur locus aqua benedicta
v

6/09/2008

eu nem acredito.... faltam um mes para a estreia de Batman nos cinemas...
é incrível...
finalmente acharam a luz no fim do tunel para salvar a honra desse herói soturno nos cinemas...
Espero anciosamente por esse filme...
como esperei por Narnia...
que por sinal ficou um belo filme... Os livros eu li.. e gostei muito...
Eu gosto muito desse teor de fantasia.. sobrenatural..
e assumo isso sem medo...
E aposto que os mais cépticos vão me condenar...
para mim tanto faz.. eu sou uma máquina de falsidade contra os falsos.. como todos os seres humanos são falsos...
todos um dia mentiu... nunca vou acreditar em quem dizer ao contrário...
o maximo que posso fazer é fingir que acreditei...
bom...
deixem a fantasia viver..por que na realidade...
sobra preocupação de todos os lados..
e nenhum momento para sonhar...e..

6/02/2008

Fade To Black
Metallica
Composição: James Hetfield;Lars Ulrich;Cliff Burton;Kirk Hammet

Life it seems,will fade away
Drifting further everyday
Getting lost within myself
Nothing matters no one else
I have lost the will to live
Simply nothing more to give
There is nothing more for me
Need the end to set me free

Things not what they used to be
Missing one inside of me
Deathly lost this can't be real
Cant stand this hell i feel
Emptiness is filling me
To the point of agony
Growing darkness taking dawn
I was me, but now he's gone

No one but me can save myself, but it's too late.
now I can't think, think why I should even try.

Yesterday seems as though it never existed,
Death greets me warm,now I will just say goodbye.



Fade To Black (tradução)
Metallica
Composição: Metallica

Escurecer

A vida, parece que vai sumir
Indo mais longe todo dia
Se perdendo dentro de mim mesmo
Nada importa, ninguém mais
Eu perdi a vontade de viver
Simplesmente nada mais a dar
Não há nada mais para mim
Preciso do fim para me libertar

As coisas não são como costumava ser
Falta algo dentro de mim
Mortalmente perdido, isto não pode ser real
Não posso suportar este inferno que sinto
O vazio me preenche
Ao ponto da agonia
As trevas crescem tomando a aurora
Eu era eu mesmo
Mas agora se foi

Ninguém além de mim pode me salvar, mas é tarde
Agora eu não consigo pensar, pensar por que eu deveria tentar

O ontem parece nunca ter existido
A morte me acolhe carinhosamente
Agora eu vou dizer apenas adeus



Nothing Else Matters
Metallica
Composição: James Hetfield/ Lars Ulrich

So close no matter how far
Couldn't be much more from the heart
Forever trusting who we are
And nothing else matters

Never opened myself this way
Life is ours, we live it our way
All these words I don't just say
And nothing else matters

Trust I seek and I find in you
Every day for us something new
Open mind for a different view
And nothing else matters

Never cared for what they do
Never cared for what they know
But I know

So close no matter how far
Couldn't be much more from the heart
Forever trusting who we are
And nothing else matters

Never cared for what they do
Never cared for what they know
But I know

I Never opened myself this way
Life is ours, we live it our way
All these words I don't just say
And nothing else matters

Trust I seek and I find in you
Every day for us something new
Open mind for a different view
And nothing else matters

Never cared for what they say
Never cared for games they play
I never cared for what they do
I never cared for what they know
And I know yeah!

(solo)

So close no matter how far
Couldn't be much more from the heart
Forever trusting who we are
And nothing else matters



Nothing Else Matters (Tradução)
Metallica
Composição: Metallica

Nada Mais Importa

Tão perto, não importa o quão longe
Não poderia ser muito mais, vindo do coração
Para sempre confiando em quem somos
E nada mais importa

Nunca me abri desse jeito
A vida é nossa, nós a vivemos da nossa maneira
Todas essas palavras, eu não apenas digo
E nada mais importa

Confiança eu procuro e encontro em você
Todo dia, para nós, algo novo
Abrir a mente para uma visão diferente
E nada mais importa

Nunca liguei para o que eles fazem
Nunca liguei para o que eles sabem
Mas eu sei

Tão perto, não importa o quão longe
Não poderia ser muito mais, vindo do coração
Para sempre confiando em quem somos
E nada mais importa

Nunca liguei para o que eles fazem
Nunca liguei para o que eles sabem
Mas eu sei

Nunca me abri desse jeito
A vida é nossa, nós a vivemos da nossa maneira
Palavras sagradas, eu não apenas digo
E nada mais importa

Confiança eu procuro e encontro em você
Todo dia, para nós, algo novo
Abrir a mente para uma visão diferente
E nada mais importa

Nunca liguei para as coisas que eles dizem
Nunca liguei para os jogos que eles jogam
Nunca liguei para o que eles fazem
Nunca liguei para o que eles sabem
E eu sei, yeah!

Tão perto, não importa o quão longe
Não poderia ser muito mais, vindo do coração
Para sempre confiando em quem somos
E nada mais importa.

6/01/2008

esse vídeo é muito bom... espero que gostem! Particularmente, confesso não saber tocar nenhum instrumento musical..mas eu adoro mesmo assim ... músicas agressivas... não me importo com o que podem falar... desde a ignirância de serem musicas demoniacas, como mais ignorancia ainda dizendo que gosto por algum motivo...

pode ate ter um motivo,mas um motivo coerente, como me acalma... me deixa em etado de enleio...
.. muito bom...
espero que visitem meu giga foto:
http://condessalaura.gigafoto.com.br/

5/27/2008

como começar não sei, mas tive a impressão de conhecer aquele ambiente.
em certos momentos, perdia a noção do mundo, e vi uma mulher morena de cabelos extremamente longos e negro dançando com um homem que parecia ser seu esposo, ele a amava, não se da parte dela.
Em certo instante, não sei se isso causou o que vou-lhes contar a frente, mas vi um vestido branco de noiva em uma mala roxa de veludo, esse acabara de ser destruído por um liquido amarelo, parecia ser urina. Ela ficou muito nervosa. A criança chorou dizendo que não fui ela.
Chovia.
o céu escureceu, a esposa e seu amado se entreolharam e fizeram o que mais faziam de melhor, dançavam. De tão envolvente a casa que até então permanecera calada, emanou de seus fundos um fogo escultural.
A mulher acometida por lembranças prendeu por entre o corredor seu amante nas chamas, ele, sem desespero em suas expressões, perguntou se era isso mesmo que ela queira. Ela chorou dizendo que sim.
Ela o ama! isso não é uma afirmação é sim uma duvida.
Ele foi se tornando pó e toda sua existência foi apagada da face da terra. Ela chorou, não se de desespero, ou de felicidade, ou de arrependimento, não sei que tipo de sentimento passa pela cabeça de alguém que cometeu aquilo; não sei se foi um crime, se ela teve suas razões.
A casa a engoliu, e todos aqueles quartos do corredor se abriu de fogo, gritou pelo seu inexistente e por si mesma.
Quando me recobrei, deparei com um senhor cuidando de várias criança, meu filho me acompanhava.
Não sei se foi eu.
A casa ainda tinha as marcas do fogo, talvez houvesse em algum dos quartos uma marca do corpo.
as crianças brincavam muito. Fazia um sol tremendo e a vizinhança se espreitava colocando suas roupas nos varais.
o senhor pediu para que eu não olhasse, eles estavam desconfiados de que eu pudesse levar uma das crianças.
umas das meninas, morena clara de cabelos louros e cacheados a pentear veio correndo pelo corredor, tropeço em algum lugar, rolou e veio parar perto de mim, no portão.
gritei, pedindo socorro, não sei que intuição perpassou por minha cabeça, mas pedi a meu filho que fizesse respiração boca a boa.
uma das crianças mais velhas veio e, direção a menina que parecia ter uns 4 anos, fez o que eu tinha pedido. caminhei pela rua, pedindo socorro, mas parecia que ninguém entendia o que eu dizia.
cheguei ao asfalto, começou a chover.
voltei a casa.
a menina estava brincado novamente.

4/05/2008

Hoje tive uma conversa com uma amigo, Wagner. E com uma amiga, Jacqueline.
Estavamos comentado sobre meu namorado, Ricardo.
E a Jack falou:
"Você ja percebeu que quando falamos ou paqueramos ou mesmo vimos na rua um homem ou mulher bonito na rua, caso ele seja moreno dizemos 'nossa, que moreno!' ou 'nossa, que morena'
e quando é uma pessoa braquinha sempre usamos no diminutivo 'que gatinho!' que gatinha'."
Achei muito interessante a colocação dela, pois estudo, e espero continuar estudando, linguagem na faculdade.
Primeiro devo esclarecer aos mais desavisado: na língua, o que mais existe é preconceito, mas sabemos muito bem que uma frase como "Meninos os belos são não" esta completamente errada, portanto não a usamos na fala.
Será que esse mesmo processo de identificação de certo e errado é o mesmo usado 'linguisticamente' para falarmos de outras pessoas, da maneira como citei acima?
Cou perguntar isso aoi meu professor de semiótica.

3/24/2008


... por que é tão dificil você perder para si mesmo!!!

Quando se esta em parceria com alguém, é tão fácil achar só o que o outro fez de errado!!!
Eu errei, e fiz feio, fiz da pior maneira possível, demonstrando minha fraqueza.
Eu odeio esses momentos em que minha fraqueza se agussa...
Ah! se tudo na vida fosse recuperável!!!!
a se que entendesse de física e química para fazer uma máquina do tempo!!!
Eu deveria ter me preparado para essa situação, eu não deveria ter confiado em total em mim!!!!
Eu fui uma humana fútil!!!!
... eu não fui eu...
sou mais que isso! me subestimei... e o pior!!! não sei se quero fazer isso novamente!!!!
essa sensação é capiciosa ao extremo!!!
é como se estivesse em uma floresta, daquelas bem americanas, com arvores altas, bem longes as copas de mim, e não soubesse se tem algo lá... não d´´a para ver nada! ou dá?
...
Caramba! Isso foi só um exame, mas foi um exame caro! ... Eu preferiri não ter passado no vestivular!!!! é até mais fácil, por que o vestibular, se estuda mais por conta própria, agora terei que desenbolsar mais dinheiro!!!

3/02/2008

... Estamos com dúvidas?
Aconteceu, essa semana e sempre esta acontecendo ... faz alguns tempos...
briguei, bom.. não que eu briguei, mas a situação não dava mais para ser sustentada, então cortei definitivamet esse laço com uma amiga. Entre nós so exisate agor outra amiga em comum...
Essa amiga 1, sempre faz questão de me provocar(não necessariamente)
A amiga dois, eu não entendo, apesar deu "entender a amiga um",
a dois sempre faz questão d me contar o que se passa entre as duas, suas diversões seu papos...
e os papéis de quando conversam em papel!...
eu não sou obrigada a ficar escutando isso, meu convívio com a Dois, é totalmente adverso da outra, e se eu não gosto dela, ou se não quero repartit seu convívio, é sinal de que não quero mais escutar sobre a Um...
Bom.. ai fica um peuqeno desabafo!!!!

2/10/2008




Essas são algumas fotos/porter do filme Sweeney Todd
Condessa

... Eu fiz eu coisa muito feia!!!!!!
feissíma... mas se dependesse de mim seria pior!!!?

eu me assusto as vezes com o que posso pensar ou arquitetar...
Gostaria de saber psiocologicamente.... melhor... como inconcientenmente Freud esplicaria minhas situações!!!!!!
seria um momento de nostaugia ou de alucinação?
....
há momentos em que penso em olhar feio a todos e dizer.. esbravejar todas minhas angustias de estar ainda bedencendo as leis moralistas...
é normal eu seguir leis de obrigação civil...
mas de obrigações morais...
até mesmo eu me sinto proconceituosa quanto aos erros dos outros!!!!!!!!
Eu me sinto como se estivesse em um quarto negro ... fechado ... escutando gritos a todos os cantos.... mas não tem ninguém lá...
somente eu.. sozinha.. pensando no que eu poderia ter feito do meu dia obediente.. ou me vangloriando de dois ou tres momentos em que eu fui fundo nos meus desejos...
...
Nada mais.. se eu pudesse.. passaria o resto de minha vida nesse quarto lendo sem fazer mais nada..
as vezes respeitando as leis das necessidades corporais!!!!
ou tra prisão ...
Não sei se sou feliz até hoje!!!
Não sei se o que vivi.. é o suficiente!!!!
Deveria mesmo viver mais,....
é imútilll
... viver.. fazer tudo certinho como Deus quer... viver morrer... será que renascer?!!!
e sempre bonzinho.. ou ver os maus.. sendo bonzinhos nos meios de informação coletiva!!!!
Eu quero é ser má... viver sei lá.. nem sei se sou viva!!!!
Eu gostaria de ir em uma rua bem movimentada...
gritar e provocar uma explosão enorme...
Nessa explosão ... aparecer de olhos negros!!!!!
e profundos...
uma roupa.. negra e longa...
...
gritar e gritar mais...
e voar.. voar... voar...
por todos.. e mostra a eles como uma visão todos seus pecados.. e insistir em que veja que são sim pecados.......
Merda... eu estou viva...
...
Eu penso que minhas fulgas para o meio ´gótico.. a qual eu admiro tanto...
é uma forma deu me iludir.,.. mostar para mim mesma como seria se tivesse esses poderes... ou visões ... ou maneiras de viveres.. diferentes do normal!!!
e... faria de tudo para justificar .. meus maus fios...
que nunca poderão se despreender de mim!!!!
Não sei se tenho o coração de arrependimento...
eu me odeio quando sinto o menor dos arrependimentos.. me flagelo e sim..
finalmente...
me vanglorio de meus maus fezeres...

Gostaria de ser uma vampira sim.. solitária... e
negra...
isntruir
novos pensamentos crítica!!!!!!
essas de hoje em dia são velhas..
são necessárias?:
sim são necessárias...
não mais surgiu alguém que pudesse arguemtar novas idéias com os outros!!!
Minhas ideias fervilham em minha cabeça.. e nunca as consigo ...

explodir em um papel...
.. é como se elas fossem deixadas como iscas, para....
não sei ao certo!

me escapa sempre as palavras certas!!!
mas por que?
desisto de mostar minhas idéias por que?

eu ainda acho que tudo é falso!!!!
tudo é uma mentira...

uma montagem de vida..
inútil..
acho sim isso...
tudo isso é inútill..
mas me contradigo ao dizer isso:
"Será mesmo que se eu planejar minha ida, eu terei que voltar!!!!!!"
o merda...
o que eu faço com os ´hipócritas
e comigo?
ao certo nem sei!!!!!!






Aqui em baixo esta um vídeo do músical do File Sweeney Todd...





video

Condessa

10/ 02/08

12:07

11/25/2007

vejam meu flog...:
http://condessalaura.gigafoto.com.br/
Cronologia Vampírica
1047 - Primeiras aparições, na forma escrita, da palavra "upir" (uma forma primitiva da palavra que mais tarde se tornaria "vampiro") num documento se referindo a um príncipe russo como "Upir Lichy", ou vampiro perverso.
1190 - De Nagis Curialium, de Walter Map, inclui relatos de seres vampíricos na inglaterra.
1196 - Chronicles, de William de Newburgh, registram diversas histórias de fantasmas vampíricos na Inglaterra.
1428/1429 - Nasce Vlad Tepes, filho de Vlad Dracul.
1436 - Vlad Tepes se torna príncipe da Wallachia e se muda para Tirgoviste.
1442 - Vlad Tepes é aprisionado com seu pai pelos turcos.
1447 - Vlad Dracul é decapitado.
1448 - Vlad conquista brevemente o trono da Wallachia. Destronado, vai para a Moldávia e se torna amigo do príncipe Stefan.
1451 - Vlad e Stefan fogem para a Transilvânia.
1455 - Queda da Constantinopla.
1456 - John Hunyadi ajuda Vlad Tepes a conquistar o trono da Wallachia. Vladislav Dan é executado.
1458 - Mathias Corvinus sucede a John Hunyadi coo rei da Hungria.
1459 - Massacre dos boiardos na Páscoa e reconstrução do Castelo de Drácula. Bucareste é estabelecida como o segundo centro de governo.
1460 - Ataque sobre a cidade de Brasov, na Romênia.
1461 - Campanha bem sucedida contra os agrupamentos turcos ao longo do Danúbio. Retirada, no verão, para Tirgoviste.
1462 - Após a batalha no Castelo de Drácula, Vlad foge para a Transilvânia . Vlad inicia um período de treze anos na prisão.
1475 - Guerras de verão na Sérvia contra os turcos. Novembro: Vlad retoma o trono da Wallachia.
1476/1477 - Vlad é assassinado.
1560 - Nasce Elizabeth Bathory.
1610 - Bathory é presa por ter matado centenas de pessoas e ter nadado em seu sangue. Julgada e condenada, é sentenciada à prisão perpétua.
1614 - Elizabeth Bathory morre.
1645 - Leo Allatius acaba de escrever o primeiro tratado moderno sobre os vampiros, De graecorum hodie quirundam opinationabus.
1657 - Fr. Françoise Richard escreve Relation de ce qui s'est passé à Sant-Erini Isle de l'Archipel ligando o vampirismo à bruxaria.
1672 - Onda de histeria vampírica varre Istra.
1679 - Philip Rohr escreve De Masticatione Mortuorum, um texto alemão sobre vampiros.
1710 - A histeria do vampiro varre a Prússia oriental.
1725 - A histeria do vampiro volta à Prússia oriental.
1725/1730 - A histeria do vampiro continua na Hungria.
1725/1732 - A onda da histeria do vampiro na Sérvia austríaca produz os famosos casos de Peter Plogojowitz e Arnold Paul (Paole).
1734 - A palavra vampyre entra para a língua inglesa traduzida de relatos alemães sobre as ondas de histeria vampírica européias.
1744 - O Cardeal Giuseppe Davanzati publica seu tratado Dissertazione sopre I Vampiri.
1746 - Dom Augustin Calmet publica seu tratado sobre os vampiros, Dissertations sur les Apparitions des Anges, des Démons et des Esprits, et sur les revenants, et Vampires de Hundrie, de Bohême, de Moravie, et de Silésie.
1748 - É publicado o primeiro poema moderno de vampiros, " Der Vampir", por Heinrich August Ossenfelder.
1750 - Outra onda de histeria vampírica ocorre na Prússia oriental.
1756 - A histeria do vampiro atinge o pico na Wallachia.
1772 - A histeria do vampiro ocorre na Rússia.
1797 - Publicação do poema de Goethe "Bride of Corinth" (poema concernente ao vampiro).
1780/1800 - Samuel Taylor Coleridge escreve "Christabel", considerado hoje como o primeiro poema sobre vampiros em inglês.
1800 - I Vampiri, ópera de Silvestro de Palma, estréia em Milão, Itália.
1801 - "Thalaba", de Robert Southey, é o primeiro poema a mencionar a palavra vampiro em inglês.
1810 - Circulam no norte da Inglaterra relatos de ovelhas com a jugular cortada e o sangue drenado. Publicação de "The Vampyre", de John Stagg, um dos primeiros poemas sobre vampiros.
1813 - O poema de Lord Byron, "The Giaour", inclui o encontro de um herói com um vampiro.
1819 - The Vampyre, de Jonh Polidori, a primeira história de vampiros em inglês, é publicada na edição de abril do New Monthly Magazine. John Keats compôe "The Lamia", um poema calcado em antigas lendas gregas.
1820 - Lord Ruthwen ou Les Vampires, de Cyprien Berard, é publicado anonimamente em Paris, em 13 de junho; Le Vampire, a peça de Charles Nodier, estréia no Théâtre de la Porte Saint-Martin, em Paris; agosto: The Vampire; or The Bride of the Isles, uma tradução da peça de James R. Planché, estréia em Londres.
1829 - Março: a ópera de Heinrich Marshner, Der Vampyr, baseada na história de Nodier, estréia em Leipzig.
1841 - Alexey Tolstói publica seu conto, "Upyr", quando morava em Paris. É a primeira história moderna sobre vampiros escrita por um russo.
1847 - Nasce Bram Stoker. Começa a longa seriação de Varney the Vampire.
1851 - A última obra dramática de Alexandre Dumas, Le Vampire, estréia em Paris.
1854 - O caso do vampiro na família Ray, de Jewett, Connecticut, é publicado nos jornais locais.
1872 - Sheridan Le Fanu escreve "Carmilla". Vincenzo Verzeni, na Itália, é condenado por assassinar duas pessoas e por beber seu sangue.
1874 - Relatos de Ceven, na Irlanda, informam que ovelhas tiveram seus pescoços cortados e seu sangue drenado.
1888 - Editado o Land Beyond the Forest, de Emily Gerard. Vai se tornar a fonte principal de informações sobre a Transilvânia para o Dracula, de Bram Stoker.
1894 - O conto de H. G. Wells, "The Flowering of the Stange Orchid", é o precursor das histórias de ficção científica sobre vampiros.
1897 - Dracula, de Bram Stoker, é publicado em Londres. "The Vampire", de Rudyard Kipling, se torna uma inspiração para a criação do vampiro como personagem estereotipado no palco e na tela.
1912 - The secret of House Nº 5, possivelmente o primeiro filme sobre vampiros, é produzido na Grã-Bretanha.
1913 - É publicado Dracula´s Guest, de Stoker.
1920 - Dracula, o primeiro filme baseado no livro, é produzido na Rússia. Não há cópias.
1921 - Cineastas húngaros produzem uma versão de Dracula.
1922 - Nosferatu, um filme mudo alemão, é produzido pela Prana Films, é a terceira tentativa de filmar Dracula.
1924 - A versão de Dracula para o palco, de Hamilton Deane, estréia em Derby. Fritz Haarmann, de Hanover, Alemanha, é preso, julgado e condenado pr matar mais de vinte pessoas numa orgia criminal vampírica. Sherlock Holmes tem seu único encontro com um vampiro em "The case of the Sussex Vampire".
1927 - 14 de fevereiro: versão para o palco de Dracula estréia no Little Theatre de londres. Outubro: a versão americana de Dracula, estrelando Bela Lugosi, estréia no Fulton Theatre de new York. Tod Browning dirige Lon Chaney em London After Midnight, o primeiro longa metragem sobre vampiros.
1928 - A primeira edição do influente trabalho de Montague Summers, The Vampire: His Kith and Kin, aparece na Inglaterra.
1929 - O segundo livro de Montague Summers, The Vampire in Europe, é publicado.
1931 - Janeiro: avant-première da versão espanhola Dracula. Fevereiro: versão americana para o cinema, Dracula, com Bela Lugosi, estréia no Roxy Theatre, em New York. Peter Kürten, de Dusseldorf, Alemanha, é executado após ser julgado culpado de assassinar várias pessoas numa orgia vampírica.
1932 - Lançado o altamente aclamado filme Vampyr, dirigido por Carl Theodor Dreyer.
1936 - Lançado o filme Dracula´s Daughter, pela Universal Pictures.
1942 - "Asylum", a primeira história sobre um vampiro alienígena, de A.E. Van Vogt.
1943 - Son of Dracula ( Universal Pictures) com Lon Chansey, Jr., como Dracula.
1944 - John Carradine interpreta Drácula pela primeira vez em Horror of Frankenstein.
1953 - Drakula Istanbula, um filme turco adaptado de Dracula, é lançado. Eerie Nº8 inclui a primeira história em quadrinhos adaptada de Dracula.
1954 - O Código das Histórias em Quadrinhos bane os vampiros. I Am Legend, de Richard Matheson, apresenta o vampirismo como uma doença que altera o corpo.
1956 - John Carradine interpreta Drácula na primeira adaptação para a televisão no programa Matinee Theater. Kyuketsuki Ga, o primeiro filme japonês sobre vampiros é lançado.
1957 - O primeiro filme italiano sobre vampiros, I Vampiri, é lançado. O produtor americano Roger Corman faz o primeiro filme de ficção científica sobre o vampiro, Not of This Earth. El Vampiro, com German Robles, é o primeiro de uma série de filmes mexicanos sobre vampiros.
1958 - A Hammer Films, da Grã-Bretanha, inicia uma nova onda de interesse pelos vampiros com o seu primeiro filme Dracula, lançado nos Estados Unidos como The Horror of Dracula. O primeiro número de Famous Monsters of Filmland assinala um novo interesse pelos filmes de horror nos Estados Unidos.
1959 - Plan 9 from Outer Space é o último filme de bela Lugosi.
1961 - The Bad Flower é a primeira adaptação coreana de Dracula.
1962 - Fundação da Count Dracula Society, em Los Angeles, por Donald Reed.
1964 - Parque de Juegos é o primeiro filme sobre vampiros produzido na Espanha.
1964 - The Munsters e A Família Addams, duas comédias de horror com personagens vampíricos, abrem a temporada de outono na televisão.
1965 - Jeanne Youngson funda The Count Dracula Fan Club. The Munsters, baseado na série de TV do mesmo nome, é a primeira série de histórias em quadrinhos que destaca um personagem vampírico.
1966 - Dark Shadows estréia na rede ABC, na programação da tarde.
1967 - Abril: no episódio210 de Dark Shadows, o vampiro Barnabas Colins faz sua primeira aparição.
1969 - O primeiro número de Vampirella, a história em quadrinhos de maior duração até hoje, é lançado. Denholm Elliot faz o papel título na série Dracula, produção televisiva da BBC. Does Dracula Really Suck? (Dracula and the boys) é lançado como o primeiro filme a apresentar um vampiro gay.
1970 - Christopher Lee estrela em El Conde Dracula, adaptação espanhola de Dracula. Sean Manchester funda The Vampire Research Society.
1971 - A Marvel Comics lança a primeira cópia de um livro sobre vampiros pós-Código das Histórias em Quadrinhos, The Tomb of Dracula. Morbius, o Vampiro Vivo, é o primeiro novo personagem introduzido após a revisão do Código que permitiu o reaparecimento de vampiros em histórias de quadrinhos.
1972 - The Night Stalker, com Davis McGavin, se torna o filme de TV mais assistido até essa data. Vampire Kung-Fu é lançado em Hong Kong como o primeiro de uma série de filmes de artes marciais vampíricos. In Search of Dracula, de Raymond T. McNally e Radu Florescu, introduz Vlad, o Empalador, o Drácula histórico, ao mundo dos fãs do vampiro conteporâneo. A Dream of Dracula, de Leonard Wolf, complementa o trabalho de McNally e de Florescu ao chamar atenção para a lenda do vampiro. True Vampires of History, de Donald Glut, é a primeira tentativa de juntar as histórias de todas as figuras históricas de vampiros. Stephen Kaplan funda The Vampire Research Center.
1973 - A versão Dracula, da Dan Curtis Productions, apresenta o ator Jack Palance num filme feito para a TV. Vampires, de Nancy Garden, inicia uma onda de literatura juvenil para crianças e jovens.
1975 - Fred Saberhagen propõe que se veja Drácula mais como herói do que como vilão em The Dracula Tape. The World of Dark Shadows é fundada como a primeira fanzine Dark Shadows.
1976 - Publicação do livro Interview with the Vampire, de Anne Rice. Stephen King é recomendado para o World Fantasy Award por seu romance Salem´s Lot. Shadowcon, a primeira convenção nacional Dark Shadows, é organizada pelos fãs de Dark Shadows.
1977 - Uma nova e dramática versão de Dracula estréia na Broadway, com Frank Langella. Louis Jordan faz o papel principal em Count Dracula, uma versão de três horas do romance de Bram Stoker, na TV BBC. Martin V. Riccardo funda o Vampire Studies Society.
1978 - O livro Hotel Transylvania, de Chelsea Quinn Yarbro, junta-se aos volumes de Fred Saberhagen e Anne Rice como um terceiro grande esforço para iniciar uma reavaliação do mito do vampiro durante a década. Eric Held e Dorothy Nixon fundam o Vampire Information Exchange.
1979 - Baseado no sucesso da nova produção da Broadway, a Universal Pictures refilma Dracula (1979), com Frank Langella. A gravação pela banda Bauhaus de "Bela Lugosi's Dead", torna-se o primeiro sucesso do novo movimento rock gótico. Shadowgram é fundada como uma fanzina Dark Shadows.
1980 - A Bram Stoker Society é fundada em Dublin, na Irlanda. Richard Chase, conhecido como o Drácula assassino de Sacramento, Califórnia, comete suicídio na prisão. A World Federation of Dark Shadows Clubs (atualmente Dark Shadows Official Fan Club) é fundada.
1983 - Na edição de dezembro de Dr. Strange, o ás ocultista da Marvel Comics mata todos os vampiros do mundo, banindo-os assim das histórias em quadrinhos pelos seis anos seguintes. É fundado o Dark Shadows Festival para anfitriar a convenção anual de Dark Shadows.
1985 - Publicação do livro The Vampire Lestat, de Anne Rice, que alcança a lista dos best-sellers.
1989 - A derrubada do ditador romeno Nicolae Ceaucescu abre a Transilvânia para os fãs de Drácula. Nancy Collins ganha o Bram Stoker Award por seu romance Sunglasses After Dark.
1991 - Vampire: The Masquerade, o mais bem sucedido role playing game (RPG), é lançado por White Wolf.
1992 - Estréia Bram Stoker´s Dracula, dirigido por Francia Ford Coppola. Andrei Chikatilo, da Rússia, é condenado à morte após matar e vampirizar cerca de 55 pessoas.
1994 - A versão cinematográfica de Interview with the Vampire, de Anne Rice, estréia com Tom Cruise no papel do vampiro Lestat e Brad Pitt como Louis.
Fonte: O Livro dos Vampiros - A Enciclopédia do Mortos-Vivos - J. Gordon Melton - Editora Makron Books.

11/17/2007

Estou pensando em escrever algo sobre o que anda ocorrendo comigo...
recebo visitas noturnas ...
de uma pessoa...
da qual as sensações eu descrevi na postagem abaixo
...
não posso afirmar ser real...
mas eu acredito
...
eu o que sinto, no entanto...
aversa a seus pedidos... terei de incluir essas sesnções e momentos no texto que eu quero escrever
...
espero que nada de estranho possa ocorrer...
...
um ponto do qual terei de incluir, será o primeiro momento, estou trabalhando na linguagem ainda... Não esta do modo a qual eu queria, mas posso melhorar :
"Minha primeira noite de exacerbada insônia...
uma menina.... uma juventude abalada pelo poderia ser o sinal de mente lascivamente traumática
porém, desejosa de amores e sabedoria ( palavra e ideia que arruinou Faust, como é de consciencia, ele se redimiu)
Uma noite normal, minha oração como era de posse das gerações, e o sono vinha ... como que figindo... não conseguia maneja-lo para poder enfim descançar...
Uma estrutura corpórea surgiu em meu olhos, em meus olhos por que não diane deles...
parecia um anjo ... com aqueles descritos na biblia...
cabelos negros, não penteado, cor branquissíma, confundida com a luz que se esvaia, seus olhos não era celestiais...
suas asas desceram a terra e acordei vendo a estrutura saindo da minha porta...
olhos negros, expressivamente conscupicinetes, lúgebres....
Não era um anjo."



Gostaram?
Tenho que mecher mais nele...
ta fraco.. escrevi agora..mesmo...
Nada posso contra ti, o amo, o idolatro. Não adianta me perseguir, sou sua até que meus tempos não possam mais contra mim.
Sei que suas visitas às vezes me incomodam, mas impressionam-me.
Seus olhos me entorpecem, como se fosse o cheiro de uma rosa, que ao ser exalado por meu cérebro, entro em um enleio enlouquecido.
Nos meus sonhos, o protejo, o amo, vôo em seus braços por entre nuvens negras, mas a seu lado, não vejo nada de mal.
Nossa valsa é perceptível até mesmo em outras via lácteas. Nada posso com seus braços e seus olhos, seu cheiro. Sei que você existe e sei que sou sua. Sei que você me guia e sei que meu amor o faz viver e esperar.
Quando penso e acredito que você esta a meu lado, todas minhas vontades me surpreendem com sorrisos e lascivas.
Eu sinto nas minhas noites mais tristes suas mãos me acariciando, dos meus braços ao pescoço, do meu ventre as minhas pernas e sei que você sussurra seu amor em meus pensamentos.
Estarei sempre a seu lado e sempre você do meu, mesmo que a eternidade me apodreça para que após todo processo de provações possamos nos ver finalmente. A fuga é para os vivos e tolos. Somos-nos fiéis as nossas concupiscentes lembranças e a chance de podermos passar noites de sono no paraíso do céu negro, nosso lar libertino












Sempre tive sonhos com uma pessoa... muito interessante
e desde de então ... essa pessoa começou a ser mais presente em minha imaginação ...
de chegara algunspontos de
ela me ajudar a tomar decisões...
eu ja a vi,...
presente em minha frente...
...
nada posso mais dizer...

10/19/2007

Johann Wolfgang Von Goethe(1749-1832)


BIOGRAFIA

Goethe. Escritor alemão autor de uma gigantesca produção literária. Escreveu principalmente poesias e peças de teatro.
Johann Wolfgang von Goethe, nasceu em 28 de agosto de 1749 em Frankfurt am Main (sobre o rio Meno), Alemanha, e faleceu em março de 1832, aos 82 anos, em Weimar. Filho mais velho de um advogado rico, Johan Kaspar Goethe, e de uma aristocrata de Frankfurt, Katharine Elizabeth Textor, teve, de acordo com sua autobiografia, uma infância cercada de estimulação e conforto, e recursos para uma juventude boêmia e tão emocionalmente febril que algumas vezes chegou a recear perder a razão. De seus sete irmãos, apenas sua irmã Cornélia, nascida em 1750, sobreviveu.
Durante a Guerra dos Sete Anos envolvendo a França, a Áustria e a Rússia de um lado, e do outro a Inglaterra e a Prússia, de complexos e inextricáveis motivos, aconteceu que tropas franceses ocuparam Frankfurt e seu comandante foi alojado na casa de Goethe, para desconforto da família e irritação de seu pai que não era simpático aos franceses. Dessa época Goethe guardava algumas lembranças desagradáveis, como a reprovação paterna por ele assistir ao teatro encenado por atores franceses e também pelo escândalo armado em torno de seu amor infantil por Gretchen, uma menina que tentou tirar vantagem da paixão do garoto com prejuízo para a família.
Sua instrução nos primeiros anos foi dada por seu pai, e depois continuada por mestres contratados como tutores. Em outubro de 1765, aos 16 anos, iniciou estudos de Direito na universidade de Leipzig, cidade da qual logo descobriu o lado boêmio e a qual considerava uma pequena Paris. Lá estudou também desenho, e desenvolveu interesse pela pintura.
Obcecado por sexo, Goethe tinha as mulheres como indispensáveis energizadoras do corpo, e civilizadoras do espírito do homem, e fonte de sua vida criativa. Em Leipzig Goethe apaixonou-se por Anna Katharina Schonkopf, filha de um comerciante de vinhos local. Escreveu Das Leipziger Liederbuch, inspirado nesse amor. Em 1768 retornou para casa em Frankfurt a fim de recuperar a saúde, debilitada pelos excessos da vida em Leipzig. Enquanto convalescia ocupou-se de leituras, introspecção religiosa, e experiências com alquimia e astrologia. Após sua recuperação os pais o enviaram a Strasbourg, capital da Alsácia, uma cidade que era francesa porem de forte cultura alemã, a fim de prosseguir seus estudos de Leis.
No inverno de 1770-1771 Goethe, já advogado, participa no movimento Sturm und Drang ("Tempestade e impetuosidade") liderado por Johan Gottfried Herder, de quem se fizera amigo. Esse movimento, que teve curta duração, propunha um estilo novo na literatura e no teatro, com uma linguagem cheia de vitalidade primitiva, em contrastante com a afetação gentil de origem francesa própria da literatura de sua época. A peça Geschichte Gottfriedens von Berlichingen mit der eisernen Hand dramatisiert ("História de Gottfriedens von Berlichingen dramatizada com mão de ferro") escrita de 1771-1773, e o seu poema Prometheus, que exorta o homem a acreditar, não nos deuses, mas em sua própria força, estão vazados nesse novo estilo de linguagem direta, no qual também escreve poemas para sua nova paixão, Frederica Brion, filha do pastor de Sessenheim, uma pequena vila cerca de 40 quilômetros a nordeste de Strasbourg, à margem da ferrovia para Lauterstein.
Após terminar o romance com Frederica, Goethe retornou a Frankfurt onde, de 1771 a 72, advogou, escreveu poesia e teatro, e colaborou no Frankfurter Gelehrte Anzeigen. Por força do seu trabalho jurídico, passou quatro meses em Wetzlar, sede da corte de justiça imperial. Enquanto advogou em Wetzlar, ainda em 1772, enamorou-se de Charlotte Buff, a noiva de um colega, uma paixão que quase o levou ao suicídio.
Em 1774, Goethe mudou-se para Wetzlar onde escreveu versos ainda sob a influência dos antigos, imitando a Píndaro, poeta grego, e dedicados às suas paixões do momento. No mesmo ano publicou sua primeira história auto-reveladora, Die Leiden des Jungen Werthers ("As desventuras do jovem Werther ") contando seu desesperado amor por Charlotte Buff. O personagem Werther, que comete suicídio, torna-se o protótipo do herói romântico. Curou-se com outra paixão, desta vez por Maximiliane von La Roche, filha da escritora Sophie von La Roche.
Uma nova paixão inspiradora desenvolveu em 1775 o levou a noivar com Lili Schonemann, que vivia com a mãe, viuva de um rico banqueiro de Frankfurt e figura da elite social da cidade. Lili o inspirou a escrever duas operetas Erwin und Elmire e Claudine von Villa Bella. O pouco interesse em participar do círculo da aristocracia local fez arrefecer sua paixão e o levou a romper o noivado.
Ainda em 1775, ano de muitos eventos em sua vida, Goethe fez uma viagem à Suíça com os amigos Conde von Haugwitz e Friedrich Leopold, Conde de Stolberg, este um ano mais moço que ele e acabara de completar seus estudos na universidade. Neste ano escreveu também Stella, a história de um homem, Fernando, que encontra um modo de conciliação entre sua mulher Cecília e sua amante Stella: viverem juntos os três. A peça provocou protestos e Goethe viu-se obrigado a modificar a solução dada, promovendo o suicídio de dois personagens da trama.
Em fins de 1774, Carlos Augusto, jovem duque de Saxe-Weimar-Eiisenach, havia passado por Frankfurt a caminho de Paris e convidara o poeta para visitar Weimar, a capital do ducado. Em 1975, depois de herdar o governo do Ducado, o príncipe repetiu o convite e Goethe aceitou. No mesmo ano mudou-se para Weimar, disposto a viver os prazeres da corte. Em pouco tempo a população o acusava de desencaminhar o príncipe, que reagiu fazendo o poeta comprometer-se com setores do governo que deixou a seu cargo. Era parte de seu trabalho, como ministro do pequeno principado, inspeccionar minas, supervisionar a irrigação do solo, providenciar uniformes para a pequena milícia, e outros afazeres administrativos.
Os duros afazeres de seu cargo obrigaram-no a deixar de lado obras já iniciadas, como Egmont, Faust, Torquato Tasso e Iphigenie auf Tauris. Mas não o distraíram de sua obsessão pelas mulheres. Seu grande amor na época foi Charlotte von Stein, mulher de outro funcionário palaciano. Frau von Stein dominou a vida do poeta por 12 anos, "O belo talismã de minha vida", como ele próprio a chamava, mulher de gosto refinado, era mais velha que ele 7 anos, e mãe de sete filhos. Ele a conheceu quando tinha 26 anos e ela 33 e chegou a escrever-lhe mais de 1.500 cartas.. Esta paixão inspirou o Die Geschwister e outros poemas.
Em 1777 perdeu sua irmã Cornélia, falecida com apenas 27 anos.
Por volta de 1780 já era fanado o movimento Sturm und drang e Goethe havia retornado ao humanismo clássico. Então, juntamente com Herder, foi membro da sociedade secreta os Illuminati, a qual, a partir de 1780 foi conhecida como "Maçonaria Iluminada", alcançou grande prestígio entre as elites européias, sendo extinta pelo governo da Bavária, que instituiu em 1787 pena de morte para os membros recalcitrantes.
No outono de 1786, Goethe decidiu sacudir o jugo de seu cargo e viajou subitamente para a Itália. Estava no famoso balneário de águas quentes de Karlovy Vary, mais conhecido pelo nome alemão de Karlsbad (hoje na República Checa), quando escapou numa diligência postal levando consigo, além da roupa do corpo, apenas um bornal. Adotou um nome falso e passou incógnito por Munich, Brenner, Lago di Garda, Verona e Veneza. Em Roma, encontrou a colônia de artistas alemães que o recebeu com grande simpatia, ele próprio passando por pintor. No ano seguinte viajou a Nápoles e Sicília.
Desistindo da pintura, ainda em Roma voltou à literatura. Escreveu a peça dramática Iphigenie Auf Tauris ("Ifigênia na Táurida"), concluída em Roma em 1787. Publicaria posteriormente o diário da sua estada na Itália, sob o título Italianische Reise ("Viagem Italiana").
É de 1788 Egmont, tragédia de fundo político, em 5 atos, que se passa em meados do século XVI e que tem por cenário a luta dos holandeses contra o domínio espanhol. Egmont, que acaba traído, preso e condenado à morte, quer a liberdade por via negociada. O príncipe Guilherme de Orange, seu amigo, quer a luta armada. Ao ver o fim que esperava Egmont, sua amante Clarinda comete o suicídio.
De sua viagem à Itália, que findou em 1788, o principal produto foi Romische Elegien ("Elegias romanas") poemas sensuais escritos de 1788 a 1789, nos quais admira os vestígios da Antigüidade clássica e louva os antigos. Estava então amasiado com Christiane Vulpis, filha de um funcionário humilde do ducado. Com Christiane ele montou um lar depois que ela lhe deu o filho August, o mais velho e único sobrevivente de 5 crianças, mas somente se casaram em 1806. Até seu casamento apresentou a jovem Christiane como governanta de sua casa.
Em Weimar, uma das poucas casas que aceitavam receber Goethe e Christiane era a de frau Schopenhauer, mulher que, deixada viuva, adotara o amor livre e atraia a boemia de Waimar. Sempre censurada pelo filho, o filosofo Arthur Schopenhauer, que repudiava seu modo de vida, brigou com ele para nunca mais se verem.
É de 1790 a peça teatral Torquato Tasso, que aborda as dificuldades da linguagem e o problema do conflito entre o compromisso social do poeta e de como preservar sua individualidade.
Friedrich von Schiller (1759-1805), outra importante figura da literatura alemã, passa a residir em Weimar em 1794 e se torna grande amigo de Goethe. As cartas trocadas por ambos encheram quatro volumes impressos. Schiller estimulou-o a continuar a escrever o Fausto, do qual Goethe havia publicado a primeira parte em 1790. Nos anos seguintes Goethe contribuiu para o jornal de Schiller Die Horen, publicou Wilhelm Meisters Lehrjahre em 1795-96, e continuou a escrever em seu próprio jornal literário Propyläen.
Já sem os seus compromissos no governo de Weimar, Goethe continuou porém diretor do teatro da corte até 1817. Também acompanhou o Duque Garlos Augusto na campanha de 1792 em território francês, que culminou com a batalha de Valmy, um desastre que ele narra em duas obras Campagne in Frankreich-1792 e Belagerung von Mainz. A idéia das forças austro-prussianas era restaurar no trono Luiz XVI, deposto pela Revolução Francesa e cujo fado estava para ser a morte na guilhotina pouco depois.
Goethe dedicou-se em 1795 e o ano seguinte ao romance Wilhelm Meisters Lehrjahre ("Os anos de aprendiz de Wilhelm Meister"), que segue o mesmo tema da relação do homem com a sociedade abordado em Torquato de Tasso, com a exortação de que o homem deve se descobrir a si mesmo em meio aos diversos encargos e provas da vida em sociedade,
Em 1803 para ajudar seu amigo o médico, poeta e filósofo Schelling, empenhou-se no caso do divórcio da escritora Carolina Schlegel, que separou-se de Augusto Wilhelm von Schlegel, um intelectual professor na Universidade de Jena, para casar-se com Schelling em 1803. Com seu prestígio pessoal, interferiu também para que Hegel fosse nomeado professor extraordinário da universidade de Berlim em 1805. A morte de Schiller, no mesmo ano, o deixou abalado e em sua homenagem escreveu Epilog zu Schillers Glocke.
Em 1806 Weimar foi invadida pelos franceses e o medo do que podia acontecer a seus bens levou Goethe a casar-se com Christiane Vulpius. A ela devia os cuidados e a dedicação que lhe salvaram a vida naquele ano, quando esteve gravemente doente.
Napoleão, ao invadir a Alemanha em 1808, quis ver o escritor, em cujo nome só se falava. Goethe foi ao seu encontro no Congresso de Erfurt,, e foi por ele condecorado com a grande cruz da Legião de Honra.
Em 1808 Goethe publicou a primeira parte do seu longamente preparado Fausto. Nesta primeira parte, o demônio, Mefistófeles, obtém permissão nos céus para tentar Fausto, um intelectual desiludido com o mundo. Em seu gabinete, Fausto medita sobre sua existência e o sentido da vida, que não consegue desvendar; e pensa em suicídio. O demônio se apresenta e lhe propõe: acompanhá-lo em sua vida terrena, em troca de sua alma, no além. Fausto é levado a conhecer Gretchen, uma jovem angelical por quem se apaixona. Um sonífero dado à mãe da moça possibilita que Fausto passe a noite com ela e a engravide. Ao tomar conhecimento dos fatos, Valentim, irmão de Gretchen, briga com Fausto que acaba por matá-lo e fugir. Desesperada Gretchen escuta a voz incriminadora de sua consciência e mata a criança. Mais tarde Fausto encontra Gretchen louca e encarcerada para ser executada.
Seu biógrafo mais recente, Daniel Wilson, informa que Goethe, como conselheiro em Weimar, havia recomendado por escrito a pena de morte para os casos de infanticídio. Outros membros do conselho do Ducado fizeram coro com ele, resultando a condenação e execução de Anna Catharina Hoehne por esse crime, em 1783.
É sabido que a idéia original do Fausto não é uma criação de Goethe. O escritor alemão dramatizou um relato histórico sobre um verdadeiro Fausto, que viveu na Alemanha no final do século XVI. Era um mágico, astrólogo e alquimista, que andava pelo país gabando-se de poder predizer o futuro e explorando a credulidade do povo ignorante e supersticioso, e dele se dizia que tinha parte com o demônio. Uma das testemunhas da sua existência foi Agrippa von Nettesheim. Segundo um crítico de Goethe, a história do verdadeiro Fausto foi contada primeiro por Christopher Marlowe em um drama impresso em Frankfurt em 1587. De acordo com a peça, Gregorius Faustus, ou Gregorius Sabellicus Fautus Junior (c 1480-1510/1), estudou teologia em Wittenberg, mas, arrogante e superficial, e desejando conhecer todas as coisas na terra e nos céus, recorreu à magia e invocou o Demônio. O Demo lhe aparece, com o nome de Mefistófeles e faz com ele um trato: concorda em ser seu criado por 24 anos, porém com direito à sua alma. O contrato é selado com o sangue de Fausto, que daí em diante tem uma vida de maravilhosas aventuras. Mas, ao final do prazo, é levado pelo demônio e seu corpo sem vida é encontrado na calha do esgoto público.
Goethe deu ao seu "Fausto" um final diferente, permitindo que ele fosse salvo. A segunda parte, com um tema algo diverso, foi publicada mais tarde em 1832.
No início do mesmo ano da publicação da primeira parte do "Fausto", 1808, Goethe começou a escrever Der Wahlverwandtschaften ("Afinidades eletivas"), que terminaria ao final do ano seguinte. Este romance está centrado na análise moral e psicológica do jogo de atratividade e repulsa entre casais ligados por atrações inevitáveis e trata da explosão da paixão em um mundo cuja ordem é por demais frágil para suportar essa invasão. Fala de afinidades magnéticas animais que atrairiam os seres humanos entre si do mesmo modo que os elementos químicos. Nele Goethe considera o matrimônio uma "síntese de impossibilidades". O livro é contemporâneo de seu amor por Minna Herzlieb, uma jovem de dezoito anos, inspirado pelo amor a Minna Herzlieb, filha adotiva de seus amigos Frommann, livreiros em Jena, sendo ele sessentão. A obra foi considerada imoral e levantou protestos.
Na ocasião fez também uma incursão pela ciência, marcada por uma infeliz teoria da luz, que ele propôs na obra Zur Farbenlehre ("Teoria das cores" - 1810), ignorando as descobertas de Newton, e também por suas idéias sobre a "metamorfose das plantas", contida no seu Die Metamorphose der Pftanzen Zu Erklaren, de 1790, muito criticada pelos botânicos. Entre suas últimas obras conta-se sua autobiografia, Dichtung und Wahrheit (Poesia e Verdade"), de 1811.
Christiane, sua mulher, veio a falecer em 1816, e no ano seguinte ele deixou a direção do Teatro de Weimar, ano em que também seu filho se casa.. De 1816 a 1817 publicou Italianische Reise, I-II ("Viagem à Itália"), já referido.
Em 1819, quando namora Mariana Von Willemer, jovem de 18 anos, mulher de seu amigo Von Willemer, escreveu West-östlicher Divan ("Divã do Leste e Oeste"-1819). Essa obra, impregnada de formas e imagens orientais, não foi idéia original de Goethe, pois inspirou-se na versão dos poemas persas de Hafiz, traduzidos por Joseph, Barão von Hammer-Purgstall (1774-1856), um renomado orientalista e diplomata austríaco mais jovem que ele. No mesmo ano publicou também Trilogie der Lindenschuaf.
Em 1823, Goethe tem um secretário, Jean-Pierre Eckermann, que irá auxiliá-lo na escrita e revisão de seus trabalhos em seus nove últimos anos de atividade.
Uma última paixão pela jovem Ulrique von Levetzow marca seu final de vida e lhe inspira l'Élégie de Marienbad, enquanto também trabalha a obra de maior fôlego, Wilhelm Meisters Wanderjahre oder Die Entsagenden ("Os anos de viagem de Wilhelm Meister ou os Renunciantes") escrita de 1821 a 1829, na qual aborda o tema da busca de uma ordem de vida que englobasse as diferenças individuais, mas que haveria de requerer para isto um certo grau de sacrifício e de renuncia.
Em 1830, perdeu seu filho único, August, que lhe deixou três netos.
Goethe continuou criativo até seus últimos anos. Em 1832 é conhecida a segunda parte do Fausto. Mefistófeles leva Fausto à corte e ambos salvam o império da falência. O imperador exige, como prova das artes mágicas de Fausto, que ele faça aparecer Helena e Paris, figuras da mitologia grega. Fausto realiza a proeza, mas desmaia ao tentar abraçar Helena. Juntamente com seu ex-criado, que havia conseguido produzir um homem artificial, o. Homúnculos, segue para a Grécia, à procura de Helena. Na Grécia o Homúnculos deseja adquirir proporções normais e, aconselhado por Proteus, que que tem o poder de tudo transformar, mergulha no mar, porém nas águas se transforma em luz fosforescente. Fausto encontra Helena e fogem para se casar em um castelo medieval. Com ela Fausto tem um filho, mas Helena volta ao reino das sombras. Fausto apoia o imperador que está ameaçado por uma revolta e, com a ajuda de Mefistófeles, vence o inimigo. Como recompensa recebe terras e almeja uma vida tranqüila. Porém tem que lutar contra quatro mulheres que representam a Culpa, a Carência, a Preocupação e a Necessidade. Não consegue vencer a Preocupação, que o atinge e o cega. Morre desejando uma sobrevida espiritual e, por essa sua fé, os anjos salvam sua alma e Mefistófeles perde o jogo. Em 1832, a 22 de março, Goethe veio a falecer em sua casa, em Weimar.Fonte:COBRA, Rubem Queiroz - NOTAS: Vultos e episódios da Época Contemporânea. Site
www.cobra.pages.nom.br,INTERNET, Brasília, 2003.CRONOLOGIA 1749 – Aos 28 de agosto, em Frankfurt-sobre-o-Meno, nasce Johann Wolfgang Goethe, filho de Johann Kaspar e Katharina Elizabeth Goethe.1759 – Em janeiro, Frankfurt é invadida pelos franceses.1765 – Em outubro, Goethe começa a cursar a universidade, em Leipzig.1766 – Conhece Anette Schömkopf, inspiradora de seus primeiros poemas.1768 – Gravemente enfermo, volta a Frankfurt.1770 – Em Strasburgo, estuda direito, medicina, história e ciências políticas. Conhece Herder.1771 – Licencia-se em direito. Em novembro, escreve a primeira versão do drama "Götz von Berlichingen".1772 – Apaixona-se por Charlotte Buff.1773 – Publica a segunda versão de "Götz von Berlinchingen". Inicia "Fausto; uma Tragédia".1774 – Publica "Os Sofrimentos do Jovem Werther".1775 – Na Páscoa, fica noivo de Lili Schönemann. Em outubro, rompe o noivado. Em novembro, parte para Weimar, a convite do Duque Carlos Augusto.1776 – Estabelece-se em Weimar.1779 – Encena o drama "Ifigênia em Táurida".1786 – Em setembro, viaja para a Itália. Conclui a última versão de "Ifigênia".1787 – Viaja pelo sul da Itália. Dedica-se a pesquisas científicas. Em junho, volta a Weimar.1788 – Conhece Christiane Vulpius, mais tarde sua esposa. Conclui "Torquato Tasso". Conhece Schiller.1794 – Estada em Iena, junto a Schiller.1797 – Termina o poema "Hermann e Dorotéia".1805 – Morte de Schilier.1808 – Goethe publica "Fausto; uma Tragédia", e em outubro é recebido por Napoleão Bonaparte.1819 – Termina "Divã Oriental".1832 – Aos 02 de fevereiro termina o "Segundo Fausto", e, aos 22 de março, morre.Fonte: Banco de dados - Portal Starnews 2001Curiosidade:O escritor Wolfgang Von Goethe escrevia em pé. Ele mantinha em sua casa uma escrivaninha alta.


OBRAS

Além da literatura Goethe escreveu sobre Física, Biologia e Fisiologia. Suas obras compreendiam: Poesia, Drama, Novela, Filosofia e Ciências.Entre as obras científicas estão:- Samtliche Werke In Chronologischer Folge, 45 Vols.;- Metamorfose das Plantas (1790);- Contribuição para a Ótica (1791);- Da teoria das Cores (1810);- Metamorfose dos Animais (1820).Algumas obras de caráter literário e filosófico:- As Afinidades Eletivas- Götz von Berlichingen- Anos de aprendizagem de Wilhelm Meister - Companheiros de Viagem - Goethe e Schiller - O Conto da Serpente- Escritos Sobre Literatura - Fausto; uma Tragédia- Ifigênia- Torquato Tasso- Hermann e Dorotéia- Divã Oriental- O segundo Fausto- Máximas e Reflexões - Memorias - Poesia e Verdade- Os Sofrimentos do Jovem Werther- Viagem a Italia 1786-1788- Trilogia da paixão (poemas)