Estudos sobre vampiros:
Finalizando o meu eterno ciclo
Vejo o que não posso mais ter
Não mais amo, não mais sinto
Vivo a morte em meu sofrer
1 - Vampiro: s.m No folclore eslavônico medirional, o espírito de uma pessoa morta, ou um corpo revivido por um espírito mau. Os vampiros saem de túmulos à noite para sugar o sangue humano. Na literatura dos séculos XIX e XX - em E.T.A Hoffman e Gogol por exemplo - os vampiros assumiram um caráter cada vez mais demoníaco: basta lembrar a figura cinematográfica de Drácula. No dicionário filosófico de Voltaire vampiros são corpos que saem das suas campas de noite para sugar o sangue dos vivos, nos seus pescoços ou estômagos, regressando depois aos seus cemitérios. (Fig.) Aquele que enriquece a custa alheia e/ou por meios ilícitos. (Fig.) Aquele que explora os pobres em beneficio próprio. Bras. Designação de morcego hematofago, demondontídeo, especialmente Desmodus rotundus, de colocação castanho-parda, transmissor de raiva aos animais bovinos que ocasionalmente suga homens, retirand pequena quantidade de sangue.
2 - Vampirismo: s.m Absorção deliberada das forças físicas ou psíquicas. Crença nos vampiros. Fig. Avidez demasiada Qualidade de vampiro ou vamp.
Introdução
As lendas e mitos em torno da figura dos vampiros e umd estes mitos constantes que aparecem de forma independente e insuspeita no imaginário de diversos povos. Talvez sua origem seja baseada em um antigo mito de que através do beijo seria possível apoderar-se da vida e da alma de outra pessoa; a exemplo de muitos povos africanos que acreditavam que o beijo era algo diabólico e que a pessoa beijada poderia ter sua alma absorvida se permitisse ser beijada. Entre os antigos astecas havia essa mesma alusão ao beijo, entretanto o mesmo não era considerado demoníaco, e sim uma forma de canibalização que simbolizava a oferta ritual da pessoa a ser sacrificada aos deuses. O sangue também tem um forte valor simbólico em diversas culturas: significa vida, paixão, poder, força, e também carrega consigo uma série de tabus e interditos. É difícil afirmar quando surgiram as primeiras histórias, pois aparecem referências desde a Grécia antiga.
Assim presente no folclore de muitas culturas, o vampiro ganhou vida eterna através da literatura a partir do início do século XIX. Autores como Hoffman e Gogol também contribuíram com o mito. Drácula, de Bram Stoker, foi editado em 1897 e, desde então, jamais deixou de ser publicado.
Vampiro indiano: introdução
No livro O Culto do Vampiro o ocultista francês Jean-Paul Bourre queixa-se de que “atualmente a maioria dos adeptos da magia já não ousa reconhecer os poderes do sangue. Para eles, magia vermelha e magia negra são a mesma magia diabólica, e preferem acender bastões de incenso sob as imagens de ‘Maha-qualquer- coisa’â€, preferindo “cobrir-se de flores cantando que o mundo é bom, luminoso e pacÃficoâ€. Mas, “os verdadeiros mágicos são raros... e quando eles surgem, afastamo-nos deles, horrorizadosâ€.[1] Devo também me confessar pasma por haver encontrado fiéis “correndo horrorizados†de certas passagens de seus próprios textos sagrados.
Sangue e carne:
Segundo as instruções do Bardo Thödul, se o espírito do morto mentir no estado de chönyid, Yama, o Senhor da Morte, “colocará uma corda em volta do teu pescoço e te puxará adiante; ele cortará a tua cabeça, extrairá teu coração e arrancará teus intestinos, devorará teu cérebro, beberá teu sangue, comerá tua carne e roerá teus ossos.[2] No mesmo livro sagrado lemos que Yama é antecedido pelos 28 detentores do poder e pelas 58 deusas sinistras bebedoras de sangue. Desde que creia nelas o moribundo delirante poderá ver tais entidades, como ocorreu no momento de agonia de um policial hindu, na casa dos 40 anos, que sofria de tuberculose pulmonar. Os pesquisadores Osis e Haraldsson relataram o caso:
De sua cama no hospital, ele gritava: “O Yamdoot (mensageiro da morte) está vindo para me levar. Tirem-me desta cama para que o Yamdoot não me encontre Apontando para a janela, ele disse: Lá está¡ ele. Naquele momento, como se alguém tivesse disparado um tiro, “um bando de corvos em cima de uma árvore, vista da janela, voou em disparada. A enfermeira ficou atemorizada e correu para fora, mas não viu nenhum motivo para aquele tumulto, concluindo que “até os corvos pressentiram algo terrÃvelâ€. Alguns minutos após essa experiência negativa, o paciente entrou em coma profundo e morreu.[3]
Desde a mais alta divindade até o mais insignificante fantasma, todas as entidades indianas relacionadas à morte apreciam sangue e carne humana. E mesmo no piedoso marasmo da segunda metade do século XX toda e qualquer divindade poderia converter-se num agente da morte em determinadas circunstâncias. Assim, por exemplo, A. C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada narra-nos a parábola do demônio HiraņyakaÅ›ipu que viu Kŗşņa como a morte personificada enquanto o devoto PrahlÄda contemplou-o como seu Senhor querido, pois aqueles que desafiam Deus irão vê-lo sob Seu aspecto horroroso, mas aqueles que se dedicam a Ele, irão vê-lo sob Sua forma pessoal.[4] Por vezes até pessoas comuns podem ser elevadas ao status de espectro da morte. Por exemplo, em maio de 1973 cadáveres de mendigos surgiram misteriosamente nos becos de Calcutá. Tinham marcas de mordidas no pescoço, aparentemente produzidas por aparelhos mecânicos (a polícia não esclareceu de que tipo). Conforme o repórter André Machado, assim que soube da onda vampiresca, a população ficou em pânico e saiu às ruas armada de tacapes e estacas de madeira.[5] Cinco maltrapilhos com aparência suspeita acabaram linchados pela multidão enfurecida, e outros 20 saíram feridos.
Noutro caso, investigado por Idries Shah, em 1956, difundiu-se a história de que uma viúva inglesa que vivia em Bombaim teria sugado o sangue de uma das vítimas de um acidente na estrada. Ela morreu alguns meses depois do acidente, sendo que a lenda da vampira continuou e cresceu. Diziam que comia carne crua e bebia sangue humano sempre que possível. Shah encontrou uma amiga da viúva, que lhe explicou o incidente:
Quando circulava o rumor de que era vampira – contado por algum dos sobreviventes do acidente e não por mim – ela me procurou para confessar que ia voltar à Inglaterra para tratamento. Perguntei-lhe se ela era vampira e ela disse que não. A verdade é que, quando criança, ela tinha sofrido de uma doença e tinha de comer sanduíches de carne crua. Ela se acostumou tanto com isso que nunca comia carne cozida. Seu médico via isso como um estado psicológico mais ou menos inofensivo. E assim continuou ela com a dieta. Ao ir para a Índia, ela descobriu que era difícil conseguir carne crua, apesar de sentir muita vontade e, finalmente, ela conseguiu arranjar fornecedor. Mas ela se controlava, tanto quanto possível. Na noite do acidente, ela me contou que não comia carne crua há¡ semanas e que, ao se curvar sobre um ferido, aquilo foi demais para ela e então encostou seu rosto no dele como para beijá-lo. Um indiano que estava presente, conhecendo talvez o seu gosto por carne sangrenta, deu início aos rumores. [6]
Resumindo, o consumo de sangue e carne humana é uma constante entre uma infinidade de caracteres do folclore da Índia e Tibet, fato que deixa os pesquisadores ocidentais completamente desnorteados sempre que tentam produzir estudos de religiões comparadas sobre o mito do vampiro. Assim, todos que se prendem ao elemento isolado beber sangue acabam catalogando uma infinidade de hematófagos. Matthew Bunson, o primeiro antropólogo a escrever uma enciclopédia dos mitos do vampiro ao redor do globo, encontrou na Índia um problema comum. Ele teria descoberto que muitos folcloristas referem-se ao bhuta como o vampiro indiano por excelência ao passo que outros o catalogam como um tipo específico de vampiro e incluem outros tipos, como œrakshasa, jigarkhwar, hanh saburo, hant-pare, hantu-dor dong, mah’anah, pacu-pati, penanggalan, pisacha, e vetala.[7] Seu sucessor, Gordom Melton, acrescenta as entidades femininas yatu-dhana, churel e chedipe à lista e confessa sua incapacidade de esgotar o tema em um único artigo:
Em toda a Índia, entre os vários grupos étnicos e lingüísticos, havia uma multidão de fantasmas, demônios e espíritos malignos que viviam dentro ou perto dos cemitérios e dos locais de cremação e que tinham alguma semelhança com os vampiros da Europa. Muitos enganavam os outros assumindo a forma de uma pessoa viva. Transformavam - se, assumindo uma aparência terrivelmente demoníaca pouco antes de atacar suas vítimas. [8]
Para facilitar as pesquisas no campo eu gostaria de propor um novo padrão de busca. O vampiro não pode ser qualquer bebedor de sangue humano ou até os piolhos, pulgas, pernilongos e lombrigas se enquadrariam perfeitamente na descrição. Ele não pode ser um deus porque possui corpo humano nem tão pouco se deverá rotular como vampiro a qualquer pessoa que consuma sangue com regularidade, pois neste caso englobaramos todos os membros da tribo Massái (povo do Quênia e da Tanzânia cuja dieta diária inclui uma mistura de sangue e leite extraído do gado bovino). — Lembre-se que estamos procurando por vampiros mitológicos e não por algum costume tribal, portadores de hematomania (doençaa mental) ou œreal vampyresâ entendidos na moderna concepção norte-americana do termo. — Ele não deve sequer ser apenas um morto que ressuscitou, sem necessitar ou desejar o consumo de sangue, pois na Índia e Tibet, conta-se que diversos santos e devotos, a exemplo de Sri Chaitanya Mahaprabhu (nascido em Mayapur, Índia, 1486), morreram voluntariamente e voltaram à vida. Sobretudo, ele não pode ser um ser capaz de dispensar o consumo de sangue.
Partindo daà excluímos Kali, Yama e inúmeros outros inumanos, apesar de manter ressalvas sobre determinados elementos de seu séqüito. Excluímos o Bhuta, pois como anotou corretamente Marcos Torrigo, “os Bhuta se alimentam de fezes e intestinos encontrados em corpos decompostos, promovendo doençaas nos seres humanos como œuma forma de gerar o seu alimentos.[9] Logo, não é um vampiro.
Não é preciso beber sangue ou ter asas de morcego para se ser um rakshasa (lit. malvado, perverso). O adjetivo também se aplica a um homem vivo comum que comete um ato de crueldade como, por exemplo, atirar uma criança ao fogo. (Isso significa que alguns vampiros poderão ser rakshasas, mas nem todo rakshasa será necessariamente um vampiro). A chedipe (lit. prostituta) também não precisa montar um tigre ou ter patas de animal. Pode ser uma prostituta de verdade. As bruxarias das dakinis da vida real funcionam tão bem quanto as mandingas das mães de santo de nossos terreiros, mas elas nem sequer incorporam entidades. Apenas para o vetal não há exceção o. Ele deve ser sempre um cadáver reanimado por seu próprio espírito ou pelo de outrem. É o equivalente perfeito do vampir ou blutssauger cujos relatos começaram a circundar a Europa a partir de 1732.
O vampiro modelo:
Segundo Devandra P. Varna, os Vampiros surgiram pela primeira vez na Índia e as histórias se espalharam pela Europa através da Rota da Seda. Esta tese não pode ser comprovada, mas a idéia não é absurda nem impossível.
Na Índia os relatos de ressurreição de homens santos são facilmente encontrados. Um dos casos mais recentes foi o de Sai Baba, que teria pedido a seu discípulo Mahalsapathy para tomar conta de seu corpo durante três dias enquanto seu espírito viajaria œpra Aliáz. Diz-se que sua respiração diminuiu até cessar e sua circulação se interrompeu. Dado como morto, as autoridades tentaram fazer Mahalsapathy cumprir uma lei da Índia que obriga a cremação ou enterro dos corpos em 24 horas após a morte, mas ele se recusou. No terceiro dia a respiração retornou, Sai Baba abriu os olhos e voltou à vida. Contudo, o privilégio de ir e vir pelos portais da morte não deve ser legado ao homem comum. Os santos retornam para o benefício da humanidade, mas o vulgo tenta reverter o fado por motivos egoístas. O Bardo Thödul relata a reação de um espírito ordinário diante no momento posterior à morte do corpo:
Verás tua própria casa, os criados, parentes e o [teu] cadaver, e pensarás: Agora estou morto! Que farei?â€; e, oprimido por intenso pesar, este pensamento te ocorrerá: “Oh, daria tudo para possuir um corpo!†E assim pensando, vagarás de um lado para outro procurando um corpo.
Nas instruções do Bardo Thödul o homem comum, ignorante das artes mágicas, nunca conseguirá reentrar em seu corpo ou possuir qualquer outro. Mas sempre haverá alguém tentando burlar as leis; incluindo as da natureza. Segundo W. Y. Evans-Wentz,
os tibetanos fazem objeções ao enterro, pois acreditam que, quando um cadáver é enterrado, o espírito do morto, vendo isso, tenta reentrar nele, e que, se a tentativa for bem-sucedida, origina-se um vampiro, enquanto que a cremação ou outros métodos de dissipar rapidamente os elementos do corpo morto impedem o vampirismo.[10]
A fórmula admite variações como, por exemplo, trocar de corpo. Assim, na versão do VetÄlapancavimsatikÄ de Somadeva, um yogi abandona seu corpo idoso e entra no cadáver de um jovem morto. O folclore da Índia e Tibet, bem como a literatura devocional, falam de um ser denominado pelo termo sânscrito vetÄla, posteriormente traduzido para o tibetano como Baital. Isabel Burton o define como “um gigantesco morcego, vampiro ou espírito maligno que habitava e animava cadáveresâ€.[11] Diz respeito a uma espécie de ˜espírito’ que freqüenta o smashana (cemitério crematóio), adentra e anima corpos humanos frescos nos qual a putrefação ainda teria feito maiores estragos. De acordo com Louis Renou, “os vetÄlas aparecem na literatura desde o Harivamsa; fazem parte da decoração semidemoníaca do tantrismo sivaíta, de onde passaram ao tantrismo budistaâ€.[12] Sua aparição mais famosa deu-se na coletânea VetÄlapancavimsatikÄ (Vinte e Cinco Contos do VetÄla), existente em diversas versões distintas, que constitui um episódio do KathÄ-saritsÄgara, composto entre 1063 e 1081.[13] No Tibet esta coletânea foi chamada de Baital-Pachisi.[14]
No VetÄlapancavimsatikÄ de Somadeva, brâmane natural de Cachemir que viveu na segunda metade do século XI, o vetÄla recebe os títulos de œmestre em Ioga, œpríncipe dos vampiros, œmestre dos poderes sobrenaturais, etc.[15] Sua posição social parece diametralmente oposta a de seu correspondente no Baital-Pachisi, onde o espírito do filho de um oleiro reentra em seu próprio corpo após para ajudar o rei Vikram e o jovem príncipe Dharma Dhwaj a fazerem justiça contra seu malfeitor. No processo o cadáver sofre horrenda metamorfose:
Seus olhos, que estavam arregalados, eram de um castanho esverdeado e nunca piscavam. Seus cabelos também eram castanhos e castanho era seu rosto[16] — trás matizes diferentes que, não obstante, aproximavam- se um do outro de forma desagradável, como em um coco seco. Tinha o corpo magro e cheio de nervuras como um esqueleto ou um bambu e, estando pendurado de um galho como uma ˜raposa voadora,[17] pela ponta dos dedos, seus músculos contraídos ressaltavam como se fossem cordas de fibra de coco. Não parecia ter uma gota de sangue, ou este estranho líquido devia ter-se escoado todo para a cabeça, e quando o rajá tocou-lhe a pele, sentiu-a fria como o gelo e viscosa como a de uma serpente. O único sinal de vida era o furioso agitar de uma pequena cauda muito semelhante à de um bode.[18]
Segundo a tradição, o vetÄla pode ser controlado por aqueles que alcançam a VetÄla Siddhi (poder sobre os vetÄlas). Helena Petrovna Blavatsky (1831-1891) teria definido esta técnica yogi como “uma prática de feitiçaria que pretende possuir “meios de alcançar poder sobre os vivos através de magia negra, encantamentos e cerimônias executadas sobre um corpo humano morto, durante cuja operação o cadáver é profanado. [19] No KathÄ-saritsÄgara tal dom pode ser usado para causas justas como, por exemplo, quando “antigamente, o rei Trivikramasena, de gloriosa memória, obteve a soberania sobre os Vidyadharas graças a um vetÄlaâ€.[20]
Um certo número de fontes ainda preserva detalhes da ritualística, permitindo sua reconstrução parcial. A cerimônia foi concebida como assessória a uma forma extinta de culto localizado no tempo e no espaço. Numa época em que a pena de morte por enforcamento era comum e os altares de sacrifício ainda não haviam desaparecido, havia um templo branco de Kali (Gauri) propositalmente construído próximo a um smashana (cemitério crematório), nas margens do rio Godavari. A adaptação do Baital-Pachisi, pelo sábio Bhavabhuti, especifica que o rito era levado a cabo necessariamente “durante a noite de segunda-feira, no décimo quarto dia da metade escura do mês de bhadra (agosto)â€. Devo adiantar que tal rito culmina com um sacrifício humano no altar de Kali.Â
O bom devoto (geralmente descrito como um membro da nobreza) opta pelo auto-sacrifício enquanto os homens de má fé (tradicionalmente representados como figuras sujas, pertencentes a castas inferiores e de aparência horrenda), optam por ofertar a vida alheia; caso em que a pretensa vítima fica autorizada a inverter os papeis e sacrificar seu algoz, como teria feito o semi-histórico chátria Vikramaditya ou Vikramarka, rei de Ujjayani.[21] Há também uma passagem ambígua que deixa em aberto a possibilidade de sacrificar†não um ser humano vivo, mas o corpo de um morto recolhido do cemitério.
Um conto indiano de data incerta diz que antes de iniciar sua jornada o bom devoto deveria lavar-se em um poçoo e limpar-se “como para uma preceâ€.[22] A seguir cumpre-se a segunda etapa do rito que exige a obtenção do corpo fresco de um enforcado, usado para conjurar e prestar homenagem ao vetÄla no sítio do smashana. No conto supracitado o devoto vai ao crematório e encontra uma árvore onde pendia um enforcado, mas desta vez excepcionalmente não é o corpo que ele deseja. Junto ao cadáver há o vulto de uma mulher assustadora:
Ela estava sugando com um ruído baboso, com pequenos soluços e gemidos de prazer, como um bebê mamando no peito da mãe. Mas é natural um bebê sugando o leite — enquanto aquilo era uma dakini, sugando o sangue do cadáver de um jovem.[23]
Deduzimos que na falta de um vetÄla guia serve uma dakini. É digno de nota que a ressurreição real de um cadáver é algo antinatural no sentido biológico e, portanto, impossível, enquanto uma feiticeira (dakini) sugando o sangue de um morto é um fato antinatural apenas no sentido ético-religioso. A variante onde a dakini substitui o vetÄla pode ter sido útil para alguém cuja fé não fosse suficientemente forte para crer que o corpo do morto – que permanece imável – foi reanimado. Um outro problema em relação à escolha do corpo é que o morto deveria ter sido executado por agentes da lei em causa justa (Se o devoto levantasse falsa acusação contra um inocente para enganar a justiça, fazendo-a fornecer o corpo do qual necessitava, o vetÄla/baital poderia frustrar seus planos). Portanto, a dakini poderia conduzir à quele que não conseguisse encontrar um defunto fresco na data proposta, que fosse fraco demais para carregar um corpo ou que realmente não soubesse como chegar no templo de Kali.
Optando por um vetÄla, o devoto deveria carregar o cadáver-guia para dentro do templo cuja localização ele conhecia de antemão (afinal, trata-se de um devoto). Uma vez no templo, o oficiante oferece um sacrifício humano no altar da deusa. A vítima da imolação deveria posicionar-se em ashtanga, que é um tipo saudação hindu na qual as oito partes do corpo (têmporas, nariz, queixo, joelhos e mãos) tocam o solo. Então sua cabeça é cortada fora (em caso de auto-sacrifício alguém deveria auxiliar o devoto, decapitando- o). Numa animação alegórica, a estátua de Kali ganha vida:
Ela enfiou seus dentes no coração dele e bebeu profundamente de seu sangue. Ela sugou e engoliu até que sua face e suas mãos ficaram ensangüentadas e suas roupas manchadas.[24]
As dakinis, servas da deusa, cozem a vítima sacrifical e participaram do fim do banquete, consumindo a prasÄdam (a comida oferecida). Supondo que os relatos correspondam ao modelo de uma cerimônia real, a estátua de Kali e o vetÄla comeriam tão pouco quanto um exu honrado com a oferta de um ebê de frango e farofa, enquanto as bruxas e devotos esfomeados pela miséria da Índia medieval encontrariam alívio em um grande banquete canibal.
O processo de reencarnação:
Em caso de auto-oferta o espírito do morto receberia tratamento especial. Como recompensa, ele reviveria – reencarnaria – com o melhor karma possível e lhe seriam concedidos um ou mais desejos. Podem ser bagatelas, como sacos de ouro para distribuir aos pobres ou concessções superiores de cunho divino. Diziam-lhe que na vida futura ele governaria sobre todo o mundo. Seria um rei invencível nas batalhas, amado pelo povo e possuidor de riquezas infinitas. O mesmo é válido para a vítima que conseguisse livrar-se da armadilha de um mal devoto e sacrificasse o seu inimigo. No conto em análise uma imagem alegórica faz a estátua da deusa ganhar vida e devora-lo. Quando o esqueleto encontrou-se limpo e polido, deu-se o milagre:
A própria Kali pegou uma ânfora com um líquido dourado e espargiu-o sobre os ossos. Alguns músculos e cartilagens começaram a surgir sobre o esqueleto. Então ela jogou mais líquido e ele começou a criar carne, até que a carne cresceu de volta ao normal e as veias e os vasos sangüíneos embutidos nele começaaram a inchar com um pouco de sangue.[25]
Está subtendido que uma ressurreição análoga foi levada a cabo no KathÄ-saritsÄgara, de Somadeva, onde o ministro Vikramakesarin foi separado de seu rei Mrgânkadatta por efeito de uma maldição, mas recebeu de um velho brâmane “um encantamento que lhe assegurará o domônio sobre a raça dos Vampirosâ€.[26] Seguindo o conselho do brâmane, o ministro “aceita o encantamento, conjura um Vampiro a entrar num cadáver humano, capta as simpatias dele dando-lhe de comer sua própria carne e pede-lhe, como favor, que o ajude a achar Mrgânkadatta. O Vampiro consente, e vê-se Vikramakesarin cavalgando o cadáver — dentro do qual está o Vampiro —, percorrendo os ares nesta montaria para encontrar-se milagrosamente aos pés do reiâ€.[27]
No VetÄlapancavimsatikÄ de Somadeva, o deus Siva assiste a morte de KsÄtisÄ«la e presenteia o rei com a “espada que se chama Invencível†através da qual submeteria a sua vontade “a terra com suas ilhas e seus domônios infernais†e se tornaria soberano dos “Espíritos aéreos.[28] Já na versão tibetana do Baital-Pachisi, de Bhavabhuti, o deus Indra ordena a Vikram que faça um pedido. Séculos de inalterável popularidade nacional e grande difusão internacional são provas literais da concretização de seu humilde desejo: “Ó poderoso soberano do mais baixo paraíso, que esta minha história se torne famosa através do mundo!â€[29]
8/04/2007
7/19/2007
hoje.. dia 19 de julho... tive um sonho... bem. não sei ao menos se o posso considerar assim...
tive a impressão de que me recordei de um fato passado, da qual não tinha contato a muito tempo....
estava muito sonolenta... e ouvi...o barulho que vinha do exterior de minha casa....
para uma região onde moro, não é comum haver lobos...
eu os ouvi...
ouvia... corujas.. passaros...
senti.. que aqueles barulhos... que também vinham de portas alheias. que não era de minha casa...
.. era como se eu sentisse uma espécie de Deja vu.....
como posso explicar?
eu conhecia aquela sensação que os sons provocavam em mim...
de longe... enão sabia de quando... etntei lembrar para me certificar se era d quando criança... mas acabei por não chegara conclusão nenhuma...
....
... como podem me explicar?
mas esta sensação me confortou....
tive a impressão de que me recordei de um fato passado, da qual não tinha contato a muito tempo....
estava muito sonolenta... e ouvi...o barulho que vinha do exterior de minha casa....
para uma região onde moro, não é comum haver lobos...
eu os ouvi...
ouvia... corujas.. passaros...
senti.. que aqueles barulhos... que também vinham de portas alheias. que não era de minha casa...
.. era como se eu sentisse uma espécie de Deja vu.....
como posso explicar?
eu conhecia aquela sensação que os sons provocavam em mim...
de longe... enão sabia de quando... etntei lembrar para me certificar se era d quando criança... mas acabei por não chegara conclusão nenhuma...
....
... como podem me explicar?
mas esta sensação me confortou....
7/14/2007
... TO DE TELEFONE CORTADO
.. parece frase romantica.. credo...
bom.. minhas baboseiras.. por um bom tempinho terão de ser sessadas...
me telefone esta cortado.. e bom.. tudo que escrevo digito no meu pc...e fica somente lá....
e tipo.. no cyber que eu frequento oc pcs não tem encaixe para cd..
resumindo.. tudo que eu escrever aki até meu pc.. voltar será sem meu trabalho arduói de escritora.. hahaahahaha...
.. parece frase romantica.. credo...
bom.. minhas baboseiras.. por um bom tempinho terão de ser sessadas...
me telefone esta cortado.. e bom.. tudo que escrevo digito no meu pc...e fica somente lá....
e tipo.. no cyber que eu frequento oc pcs não tem encaixe para cd..
resumindo.. tudo que eu escrever aki até meu pc.. voltar será sem meu trabalho arduói de escritora.. hahaahahaha...
7/12/2007
Bom.. sem comentários.,..
este filme a que vi .. émuito bom...
HARRY POTTER E A ORDEM DA FENIIX...
como pode ser tão envolvente...
atormentar uma vida assim
... deixar-me assime m estado de transe..
poxa... e tem gente que abomina.. ..
se os evangélicos axa,... uma coisa do capeta.. po...
ki besteira...
.. asneira.,,,
tem gente ki num tem infância... e condena quyem tenta ter uma..
bom.. Este diretor dever ser dos trres ultimos... sem comentários.. os fãs vão concordar comigo...
teve suas coisinhas que cortaram... e umas ki compensavam cortar e não foram cortadas...
mas foi d+
IRMÃOS WISLEYS... sem comentários...
este filme a que vi .. émuito bom...
HARRY POTTER E A ORDEM DA FENIIX...
como pode ser tão envolvente...
atormentar uma vida assim
... deixar-me assime m estado de transe..
poxa... e tem gente que abomina.. ..
se os evangélicos axa,... uma coisa do capeta.. po...
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mas foi d+
IRMÃOS WISLEYS... sem comentários...
bom... este site.. eu vou comprar um livro que anceio por anos...
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=858138
Don Juan.. do mestre... o
Byron
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=858138
Don Juan.. do mestre... o
Byron
7/08/2007
so para salvar.. é uma poesia.. mas qd colei aki.. ficou em forma de poema..
VERSOS INSCRITOS NUMA TAÇA FEITA DE UM CRÂNIONão, não te assustes: não fugiu o meu espíritoVê em mim um crânio, o único que existeDo qual, muito ao contrário de uma fronte viva,Tudo aquilo que flui jamais é triste.Vivi, amei, bebi, tal como tu; morri;Que renuncie e terra aos ossos meusEnche! Não podes injuriar-me; tem o vermeLábios mais repugnantes do que os teus.Onde outrora brilhou, talvez, minha razão,Para ajudar os outros brilhe agora e;Substituto haverá mais nobre que o vinhoSe o nosso cérebro já se perdeu?Bebe enquanto puderes; quando tu e os teusJá tiverdes partido, uma outra gentePossa te redimir da terra que abraçar-te,E festeje com o morto e a própria rima tente.E por que não? Se as fontes geram tal tristezaAtravés da existência-curta dia-,Redimidas dos vermes e da argilaAo menos possam ter alguma serventia. BYRON
VERSOS INSCRITOS NUMA TAÇA FEITA DE UM CRÂNIONão, não te assustes: não fugiu o meu espíritoVê em mim um crânio, o único que existeDo qual, muito ao contrário de uma fronte viva,Tudo aquilo que flui jamais é triste.Vivi, amei, bebi, tal como tu; morri;Que renuncie e terra aos ossos meusEnche! Não podes injuriar-me; tem o vermeLábios mais repugnantes do que os teus.Onde outrora brilhou, talvez, minha razão,Para ajudar os outros brilhe agora e;Substituto haverá mais nobre que o vinhoSe o nosso cérebro já se perdeu?Bebe enquanto puderes; quando tu e os teusJá tiverdes partido, uma outra gentePossa te redimir da terra que abraçar-te,E festeje com o morto e a própria rima tente.E por que não? Se as fontes geram tal tristezaAtravés da existência-curta dia-,Redimidas dos vermes e da argilaAo menos possam ter alguma serventia. BYRON
Ninguém tira meu direito de pensar..
eu adoro vampiros, não sou uma hipocrita.. meio gótiquinha e fofinha.. de roupas eepensamentos vampiricos...
ninguém tira meu direito de formular meus argumentos.. sendo eles verdadeiros ou não...
não podem tirar o que penso...
espero que isto fique claro..]
ninguém lê esta porra de blog.. eu so o uso para eu me desabafar,.. sem que hipocritas possam ouvir...
eu sou assim.. perverça...
concretamente vampira...
de espirito... e desejo...
de lúbrica paixão e lugebre harmonia...
não me depensem comentários... sou assimm uma vampira ruim.. e má...
afinal.. meu sorriso interno se delicia qd algum plano ou até mesmo imprevisto da certo...
não olhem meu blog..como um diário.. mas se tiverem uma mente aberta compreenderão não somente como implicitamente eu quis dizer.. mas decifrarão o quemeu inconsceinte quis dizer...
Vampiros... se deliciem com meu curto periodo de sabedoria... não sou sabida de nada..
sou estremamente curiosa...
não sejam hipocritas ao afirman que comp´reenderam.. afinal.. nem mesmto o " anticristo " foi compreendido...
apenas Dumas... isso é fácilll...
eu adoro vampiros, não sou uma hipocrita.. meio gótiquinha e fofinha.. de roupas eepensamentos vampiricos...
ninguém tira meu direito de formular meus argumentos.. sendo eles verdadeiros ou não...
não podem tirar o que penso...
espero que isto fique claro..]
ninguém lê esta porra de blog.. eu so o uso para eu me desabafar,.. sem que hipocritas possam ouvir...
eu sou assim.. perverça...
concretamente vampira...
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não me depensem comentários... sou assimm uma vampira ruim.. e má...
afinal.. meu sorriso interno se delicia qd algum plano ou até mesmo imprevisto da certo...
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Vampiros... se deliciem com meu curto periodo de sabedoria... não sou sabida de nada..
sou estremamente curiosa...
não sejam hipocritas ao afirman que comp´reenderam.. afinal.. nem mesmto o " anticristo " foi compreendido...
apenas Dumas... isso é fácilll...
7/07/2007
Bom.. meu blog... única maneira de dizer todas as besteiras que se passa nessa minha cuca totalmente maluca...Hoje... dia 04-07-07fiquei sabendo de uma coisa muito chata...minha amiga Cássia perdeu o Bebe dela...eu não vou dizer "isso é dificil!... vc tem que se recuperar! isso passa!"como vi um monte de gente falando pra ela... e como vão falar em quanto ela estiver abalada...mas ouvi de uma menina muito sensata "você so consegue ajudar alguém em algum problema se você ja passou por ele, caso contrário, você não sabe, pode ter uma idéia de como seja, mas nunca teve aquela sensação."eu concordei com ela... meu amigo Wágner é uma pessoa muito sensata.. ele já havia me dito isso em alguma circunstância... mas eu havia me esquecido...Espero que a Cássia não se zangue por te-la colocado como exemplo...mas eu sou adepta desta ideia....e estou muito contente pela conversa dela com a Natália... elas cursam Letras comigo...Nunca ninguém sabe o que se passa conosco... conheço uma pessoa qu sempre minimiza meus problemas... Cada um tem sua forma de pensa, de analizar os problemas... de compreender os fatos... Bom eu enchergo que esta pessoa não gosta que os outros tenham problema...Em vários situações eu sempre prefiro ficar calada... para não passar por falsa...eu odeio isto....Situações como esta... Só me conhecendo mesmo para saber quão sincera eu sou...tenho que manerar nestas situações...Muitas Trevas... Metall.. Muita ...Flowss... hrs: 21:08
7/01/2007

Manual Prático do Vampirismo
Nelson Liano Jr.
Nelson Liano Jr.
Na noite de 5 de maio de 1985, cansados de uma longa escalada ao cume do Pico da Bandeira, eu e Nelsinho resolvemos passar a noite num misterioso hotel situado a alguns quilômetros do abrigo de alpinistas. Nós pretendíamos dormir assim que o jantar acabasse, mas um outro hóspede do hotel mudou nossos planos.Sentando-se em nossa mesa, sem a menor cerimônia, o hóspede - que se apresentou como um finlandês, mas cujo sotaque lembrava alguém dos Balcãs - disse que se chamava Flamínio de Luna, e que tinha lido numa revista uma reportagem sobre meu interesse por vampiros. Afirmou que tinha sido testemunha de um caso de vampirismo com alguém que amava, e por causa disso havia jurado fazer todo o possível para desmascarar o mito - criado pelos próprios vampiros - de que tais criaturas não existem. Durante anos pesquisou suas origens históricas, suas raízes no mundo de hoje, e as fórmulas para identificar e combater um vampiro. Alto, cabelos brancos, vestido com muito mais elegância do que o lugar ermo onde nos encontrávamos permitia, Flamínio a todo momento lamentava a perda de Mata Ulm (cuja história vai contada na Quinta Parte desse livro), afirmando ter sido este seu único amor nos muitos anos de existência. Durante horas a fio ficamos ouvindo, fascinados, aquilo que nos parecia ser uma grande esquizofrenia, mas uma esquizofrenia inteligente, onde as menores peças faziam sentido.No dia seguinte procurei Flaminio de Luna para conversarmos mais sobre o tema, mas soube que ele havia partido. O caso não teria passado de uma bela história para contarmos aos nossos amigos, quando recebi - duas semanas mais tarde - o manuscrito de O MANUAL PRÁTICO DO VAMPIRISMO. O pacote, entregue pelo correio, não trazia o endereço do remetente.Meses depois, por acaso, encontrei no jornal CORRIERE DE LA SERA uma notícia surpreendente, a respeito de uma série de assassinatos ocorridos em Palermo, na Sicilia. As vítimas eram encontradas com a garganta aberta, e sem um pingo de sangue. Apesar das autoridades locais atribuírem os crimes a uma vendetta da Máfia, grande parte dos habitantes - principalmente os mais velhos - juravam que tudo aquilo era obra de um feiticeiro, nascido em 1815, e do qual não se tinha notícia de haver morrido. Seu nome: Flamínio Di Luna.Pela descrição dos habitantes de Palermo, quero acreditar que o finlandês do hotel e o assassino de Palermo são a mesma pessoa. Neste caso, Flamínio (ou Flaminius) pertence aquela categoria de pessoas que se rebelaram contra a própria natureza, mas não tem meios (ou coragem) para se libertarem dela. Fornecendo a pista correta para sua destruição, Flamínio deixa aberta a porta de seu renascimento.Mais uma coisa: pedimos ao leitor que se aventurar por estas páginas, que seja muito prudente ao tentar colocar em pratica qualquer ritual aqui descrito. Depois da conversa com Flamínio de Luna, não me custaria nada afirmar que os vampiros existem.
tirado do site http://www.mortesubita.org/monstruario/hall/textos-vampiros/manual-pratico-do-vampirismo
Dia 01.07.07
Bom inicio de mês... e minhas loucuras continuam...
Minhas questões... hum ... hoje estou afim de falar sobre meus amigos....
Meus verdadeiros que continuam a meu lado até hoje....e os que estou conhecendo...
Meu primeiro amigo é o Wagner...
Bom .. o que euposso dizer de uma pessoa muito inteligente e super amiga...
uma pessoa centrata em suas decisões...
eu te adoro amigo...
A Eliete... nesnte exato momento ela esta fazendo a prova do vestibular agora são 13:44, faz 44 mim começados...
linda.. ela é muito madura...
confiosempre nas suas decisões...
não tem como deixar ...
te amo amiga
A Jack.. até hoje eu lembro de uma briguinha que eu tive com ela..não vem ao caso..mas faz muito tempo que eu não a vejo .. estou com saudades....
A Ket... eu fikei amiga dela depois ki fiquei com o irmão dela...
te adoro ...Espero visita-la em julho tenho uma congresso em cuiabá...
A Cássia... muito amiga.. ta grávida...
o fase espetacular...
agente concerteza vamos ser amigas de longa data....
Bom... esses são alguns... os que eu lembrei... NOSSA ESPERO QUE NINGUÉM FIQUE BRACO COM ESSE COMENTÁRIO
eu adoro todos vc's... bjusss.
pouts.. lembrei agora da Thalita...
irma de um amigo do meu namorado.. nos conhecemos a pouco e parace que vamos dar bem. por um bom tempo...
6/30/2007
Trecho do livro FRANKESTEIN, de Mary Shelley
"Foi uma tarde noite de novembro que eu comtemplava a realização de minha obra. Com uma ansiedade que quase tocava as raias da agonia, tomei os instrumentos que estavam à minha volta, a fim de que eu pudesse infundir uma centelha de vida na coisa inerte que jazia aos meus pés. Era quase uma hora da madrugada; a chuva batia tristemente nas janelas; e minha vela estava quase consumida quando, ao lusco-fusco da luz bruxeleante prestes a extinguir-se, vi abrir-se o baço olho amarelo da criatura. ela respirava com dificuldade, e um movimento convulsivo agitava os menbros. Como posso descrever minhas emoções ante aquela catástofre, como posso reescrever aquela ruína que eu, com esforço infinito e zelo, havia tentado formar? Seus membros eram bem proporcionados, e eu havia escolhidos e trabalhados seus feições para que fossem belas.Bela!Meu Deus! Sua pele amarela mal cobria o relevo dos músculos e das artérias que jaziam por baixo; seus cabelos eram corridos e de um negor lustroso; seus dentes, alvos como pérolas. Todas essas exuberâncias, porém, não formavam senão um contraste horrível com seus olhos desmaiados, quase da mesma cor cinzenta das órbitas onde se cravavam, e com a pele encarquilhada e os lábios negros e retos.Os diferentes fatos da vida não são tão variáveis quanto os sentimentos humanos."
Estou lendo.. é uito bom... o chato é ki da vontade de anotar ada fala, mas vai ficando interessante e da pena de para.. mas quando der.. eu sempre escrevo
"Foi uma tarde noite de novembro que eu comtemplava a realização de minha obra. Com uma ansiedade que quase tocava as raias da agonia, tomei os instrumentos que estavam à minha volta, a fim de que eu pudesse infundir uma centelha de vida na coisa inerte que jazia aos meus pés. Era quase uma hora da madrugada; a chuva batia tristemente nas janelas; e minha vela estava quase consumida quando, ao lusco-fusco da luz bruxeleante prestes a extinguir-se, vi abrir-se o baço olho amarelo da criatura. ela respirava com dificuldade, e um movimento convulsivo agitava os menbros. Como posso descrever minhas emoções ante aquela catástofre, como posso reescrever aquela ruína que eu, com esforço infinito e zelo, havia tentado formar? Seus membros eram bem proporcionados, e eu havia escolhidos e trabalhados seus feições para que fossem belas.Bela!Meu Deus! Sua pele amarela mal cobria o relevo dos músculos e das artérias que jaziam por baixo; seus cabelos eram corridos e de um negor lustroso; seus dentes, alvos como pérolas. Todas essas exuberâncias, porém, não formavam senão um contraste horrível com seus olhos desmaiados, quase da mesma cor cinzenta das órbitas onde se cravavam, e com a pele encarquilhada e os lábios negros e retos.Os diferentes fatos da vida não são tão variáveis quanto os sentimentos humanos."
Estou lendo.. é uito bom... o chato é ki da vontade de anotar ada fala, mas vai ficando interessante e da pena de para.. mas quando der.. eu sempre escrevo
Dessa vez, não comperguntas, nem mesmo respostas. Não sei se serei direta, mas confirmo a imparcialidade de minhas conclusões me deixam em órbita extrema. Avaliação de meus poderes jamais foi tão instável quanto agora. Tudo falha, o que eu mais queria, não. Minha respiração. Direta?Não, concerteza ainda não entendeu. Nem mesma eu. Agora sim uma pergunta. Como posso ter essas rezoluções. Sem resposta. Inútil. As vezes eu acho que não vivo. Depende da forma como entende por vida. Eu não queria que a vida existisse, ao menos a mim não. Da forma como eu vejo. Isto não é um desenvorajamento. Entenda como quiser, mas para mim é uma alforria de meus penamentos pálidos.Eu sou o que sou, mas posso ser o que quero. Eu sou o que representa aos outros, ou o que realmente sou. Nunca assimilada comodeveria. Nunca acreditada. Outra pergunta. É melhor assim?Sem resposta. Odeio lágrimas: confissão de fraqueza. Confissão de que se está aqui neste lugar. Melhor estar naquele lugar onde ao menso sepode gritar, pode lamuriar e ninguém pode ve-lo, afinal é escuro.Ninguém mesmo o vê! Imatuidade é pensar como um adulto desesperado, para solução de problemas. O que quero não são soluções, são resposta. Todos o querem. Esse ser que nuna é encontrado. Mais fácil a Deus, que provavelmente não ajudará em nada para encontra-lo. Sem resumo, a maldade consome, e depois que essa doença corroe todos os neorônios, não tem como voltar a tráz, nem mesmo nascendo novamente. Só mesmo indo para o escuro. Lá pode ser pouco horrível, para quem lê, pavoroso para quem nunca foi, não tenho medo.Sei que vou passar minha aternidade neste inferno, que para vocês são paraísos.Meu paraíso esta longe. Está num lugar que eu não mereço, ja foi meu, e eu resolvi dar oportunidade a minha bondade. Não valeu apena. Não há correção. O que adianta você saber que estar lá e não chegar, não conseguir nem escrevê-lo. Não sei nem como escrever. Penso, penso. Apenas pensar não funciona. Entender muito menos.Agora sim um resumo: O que adianta você ver e ser visto como nada. De onde vim... Hum... eu era tudo.Não quero continuar assim. Não julgue pelo o que você conhece, enm tudo o que você sabe é veradade, não é maneira de se ver.O que adianta... Não há correção. Não digo que a morte é a solução, neste lugar sou morta. Saudades de minha vida.Se alguém ler essa carta, provavelmente entenderá de forma errada. Que ira... eu quero a vida que eu tinha... quero nascer.Não gosto dessa coisa de morte em que moro. Estou morta.Estou em decomposição, num estado de flagelo contínuo. Não sou boa. Não consigo me adaptar a esse meio lugebre. Isso é lugebre... Não são os góticos que vivem emdesespero a morte, eles vivem a morte de maneira racional. Mas os verdadeiros mortos, maioria, não sabem onde estão. Eu quero meus poderes de volta, os mereço, não quero me procupar com essa morte insuortável em que levo. Quero viver.
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